Terapia Hormonal na Menopausa: Escolha da Via e Progestágeno

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2024

Enunciado

Uma paciente com 54 anos, G2 P1 C1, com ligadura tubárea bilateral, comparece à consulta ambulatorial com queixa de fogachos, sudorese noturna, insônia, queda da libido, secura vaginal, fadiga e falta de concentração. Sem outras queixas em seu histórico, verifica-se registro de: menarca aos 13 anos; menopausa aos 50 anos; e de tabagismo (consumo de 10 cigarros/dia) desde os 20 anos, além de história patológica pregressa de hipertensão arterial crônica, em uso de losartana 50mg/dia, com bom controle; e história patológica familiar de osteoporose e diabetes mellitus (mãe), hipertensão arterial e infarto agudo do miocárdio aos 60 anos de idade (pai).A paciente apresenta resultados de exames realizados há 6 meses: mamografia digital bilateral: BIRADS 1; Ultrassonografia transvaginal: útero de 40 cm3 , endométrio homogêneo e de 3 mm de espessura, ovários atróficos; exames laboratoriais: sem alterações. Ao exame físico, observa-se: índice de massa corpórea: 26,4 kg/m²; pressão arterial: 110 x 70 mmHg; hipotrofia em vagina e colo.Considerando-se o caso clínico descrito, qual é a conduta adequada?

Alternativas

  1. A) Contraindicar terapia hormonal sistêmica e indicar estriol via vaginal.
  2. B) Sugerir terapia hormonal sistêmica com estradiol oral e noretindrona.
  3. C) Contraindicar terapia hormonal sistêmica, orientando mudanças no estilo de vida.
  4. D) Sugerir terapia hormonal sistêmica com estradiol transdérmico e progesterona micronizada. 

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