COC - Centro Oncológico de Cuiabá (MT) — Prova 2020
É considerado benefício adicional da terapia hormonal a redução:
Terapia hormonal na menopausa ↓ atividade osteoclástica, prevenindo perda óssea e osteoporose.
A terapia hormonal (TH) na menopausa, principalmente com estrogênio, atua inibindo a atividade dos osteoclastos, células responsáveis pela reabsorção óssea. Este é um benefício chave da TH para a prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopausa, ajudando a manter a densidade mineral óssea.
A terapia hormonal (TH) na menopausa é uma opção de tratamento para mulheres que experimentam sintomas vasomotores (fogachos, suores noturnos) e atrofia urogenital, além de ser eficaz na prevenção da osteoporose. A menopausa é caracterizada pela cessação da função ovariana e a consequente diminuição dos níveis de estrogênio, o que leva a diversas alterações sistêmicas, incluindo a aceleração da perda óssea. O estrogênio desempenha um papel crucial na manutenção da saúde óssea, inibindo a atividade dos osteoclastos, células responsáveis pela reabsorção do tecido ósseo. Com a queda dos níveis de estrogênio na menopausa, a atividade osteoclástica aumenta, resultando em perda óssea e maior risco de osteoporose e fraturas. A TH, ao repor o estrogênio, reverte esse processo, sendo um benefício adicional importante na saúde óssea. É fundamental que a decisão de iniciar a TH seja individualizada, considerando a idade da mulher, o tempo desde a menopausa, a presença de sintomas e os riscos e benefícios potenciais. Embora a TH seja eficaz para sintomas e saúde óssea, ela pode estar associada a riscos como aumento do risco de tromboembolismo venoso, acidente vascular cerebral e, com o uso prolongado da terapia combinada, um pequeno aumento no risco de câncer de mama. Portanto, uma avaliação cuidadosa e o acompanhamento médico são essenciais.
O estrogênio na terapia hormonal inibe a atividade dos osteoclastos, que são as células responsáveis pela reabsorção óssea. Ao reduzir a reabsorção, a TH ajuda a manter a densidade mineral óssea e prevenir a osteoporose.
Sim, a terapia hormonal combinada (estrogênio e progestagênio) pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama invasivo com o uso prolongado, especialmente após 3-5 anos de uso. A terapia apenas com estrogênio em mulheres histerectomizadas não parece aumentar esse risco.
As principais indicações incluem o alívio de sintomas vasomotores (fogachos, suores noturnos), prevenção da osteoporose em mulheres de alto risco e tratamento da atrofia vulvovaginal. A decisão deve ser individualizada, considerando riscos e benefícios.
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