Terapia Antiplaquetária Dupla Pós-ICP: Desafios e Riscos

Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2019

Enunciado

A eficácia e segurança da terapia antiplaquetária dupla TAD pós-intervenção coronária percutânea ICP em pacientes com alto risco de sangramento tem sido avaliada em estudos recentes. Podemos apenas concordar com o item:

Alternativas

  1. A) O manejo da terapia antiplaquetária dupla TAD em pacientes submetidos a implante de Stent e em uso de anticoagulantes não representa um desafio na prática clínica devido ao elevado risco de complicações hemorrágicas associada à terapia tripla.
  2. B) O manejo da terapia antiplaquetária dupla TAD em pacientes submetidos a implante de Stent e sem uso de anticoagulantes ainda representa um desafio na prática clínica devido ao elevado risco de complicações hemorrágicas associada à terapia tripla.
  3. C) O manejo da terapia antiplaquetária dupla TAD em pacientes submetidos a implante de Stent e em uso de anticoagulantes ainda representa um desafio na prática clínica devido ao elevado risco de complicações hemorrágicas associada à terapia tripla.
  4. D) O manejo da terapia antiplaquetária dupla TAD em pacientes submetidos a implante de Stent e em uso de anticoagulantes ainda representa um desafio na prática clínica devido ao elevado risco de complicações hemorrágicas não associadas à terapia tripla.

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