PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2024
Em mulheres na pós-menopausa, em adição à terapia estroprogestativa, pode-se considerar a terapia androgênica, preferencialmente pela via transdérmica. De acordo com a FEBRASGO, esta terapia pode ser indicada para:
Terapia androgênica em pós-menopausa (via transdérmica) é indicada para mulheres com ooforectomia bilateral e queixas sexuais (ex: diminuição da libido).
A terapia androgênica em mulheres na pós-menopausa, preferencialmente transdérmica, tem indicações restritas. De acordo com a FEBRASGO, uma das principais é para mulheres submetidas a ooforectomia bilateral que apresentam queixas sexuais, como diminuição da libido, após a otimização da terapia estroprogestativa.
A terapia androgênica em mulheres na pós-menopausa é um tópico de interesse crescente, mas com indicações bem estabelecidas e restritas, conforme diretrizes de sociedades como a FEBRASGO. O declínio dos níveis de androgênios, como a testosterona, pode contribuir para sintomas como a diminuição da libido e disfunção sexual, que afetam a qualidade de vida de muitas mulheres. É fundamental que a terapia androgênica não seja utilizada de forma indiscriminada. A indicação principal é para mulheres na pós-menopausa que apresentam queixas sexuais persistentes, como o transtorno do desejo sexual hipoativo, e que já estão em uso de terapia estroprogestativa otimizada, ou em casos específicos como após ooforectomia bilateral, onde a produção de androgênios é drasticamente reduzida. A via transdérmica é a preferencial para a administração de testosterona, pois proporciona níveis séricos mais estáveis e evita o metabolismo hepático de primeira passagem, o que pode reduzir o risco de efeitos adversos. É crucial monitorar os níveis hormonais e os efeitos colaterais, como virilização, e discutir os riscos e benefícios com a paciente antes de iniciar o tratamento.
A terapia androgênica em mulheres na pós-menopausa é indicada principalmente para aquelas com disfunção sexual persistente, como diminuição da libido, que não respondem à terapia estroprogestativa otimizada, especialmente em casos de ooforectomia bilateral.
A via de administração preferencial para a terapia androgênica em mulheres é a transdérmica, pois permite uma absorção mais estável e evita o metabolismo de primeira passagem hepático, minimizando os riscos de efeitos adversos.
Os efeitos adversos podem incluir virilização (hirsutismo, acne, engrossamento da voz, clitoromegalia), alterações lipídicas e potencial impacto cardiovascular, embora a via transdérmica e doses fisiológicas busquem minimizar esses riscos.
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