TEP Risco Intermediário-Alto: Diagnóstico e Conduta

IDPC/Dante Pazzanese - Instituto de Cardiologia (SP) — Prova 2025

Enunciado

Mulher, de 32 anos de idade, iniciou quadro de dispneia súbita seguida de síncope, que ocorreu enquanto estava em casa cozinhando há cerca de 30 minutos. No momento, refere manter dispneia em repouso e palpitação. É previamente hígida e não usa medicações contínuas. No exame físico apresentava pressão arterial de 112×78mmHg, frequência cardíaca de 126bpm, temperatura axilar de 35,3ºC, frequência respiratória de 34irpm e saturação de oxigênio inicial de 86% em ar ambiente, que subiu para 95% após administração de oxigênio 3L/min, via cateter nasal. Foi feita uma angiotomografia de tórax, que evidenciou um trombo na artéria pulmonar direita. Também foi feito um a ecocardiograma point-of-care, que mostrou sobrecarga ventricular direita e dosagem de troponina ultrassensível de 1567ng/L. Qual é a classificação de risco e a conduta inicial que deve ser adotada neste momento?

Alternativas

  1. A) Baixo risco. Anticoagulação com enoxaparina.
  2. B) Intermediário a alto risco. Anticoagulação com apixabana.
  3. C) Alto risco. Trombólise intravenosa.
  4. D) Muito alto risco. Trombólise intravenosa.

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