SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2025
Considerando-se a "teoria das duas células e duas ganadotrofrinas ou teoria da dupla célula" do desenvolvimento folicular: I. - "A" corresponde ao colesterol. II. - "Ligante 1" é o FSH e " Ligante 2" é o LH. III. - "Ensima Z" corresponde à Enzima Aromatase, responsável pela aromatização de Androgênios ("C") em Estradiol ("D"). IV. - "Células Y" representa as Células da Granulomatosa, onde Colesterol ("A") é convertido em Andrógenos ("B"). V. - "Células Y" representa as Células da Teca, onde Colesterol ("A") é convertido em Andrógenos ("B"). Considerando-se as afirmativas acima, são verdadeiras:
Teoria Dupla Célula: Teca → Androgênios (LH); Granulosa → Estradiol (FSH, aromatase).
A teoria da dupla célula explica a esteroidogênese ovariana. As células da teca, estimuladas pelo LH, produzem androgênios a partir do colesterol. As células da granulosa, estimuladas pelo FSH, convertem esses androgênios em estrogênios (principalmente estradiol) pela enzima aromatase.
A teoria das duas células e duas gonadotrofinas é um conceito fundamental na fisiologia reprodutiva feminina, explicando a biossíntese de esteroides sexuais no ovário. Este processo é crucial para o desenvolvimento folicular, ovulação e manutenção do ciclo menstrual. Compreender essa interação é vital para o diagnóstico e tratamento de distúrbios endócrinos reprodutivos. A fisiopatologia envolve a ação coordenada do LH nas células da teca, que produzem androgênios a partir do colesterol, e do FSH nas células da granulosa, que convertem esses androgênios em estrogênios através da enzima aromatase. A deficiência ou excesso de qualquer um desses componentes pode levar a anovulação, infertilidade ou síndromes de hiperandrogenismo. O diagnóstico de disfunções hormonais frequentemente se baseia na avaliação dos níveis dessas gonadotrofinas e esteroides. O tratamento de condições relacionadas a essa teoria pode incluir a modulação dos níveis hormonais, como a indução da ovulação com gonadotrofinas ou o uso de inibidores de aromatase. Para residentes, dominar este tópico é essencial para a ginecologia, endocrinologia e medicina reprodutiva, permitindo uma abordagem terapêutica eficaz e baseada em evidências.
As células da teca, estimuladas pelo LH, sintetizam androgênios (como androstenediona e testosterona) a partir do colesterol, que servem como precursores para a produção de estrogênios.
O FSH estimula as células da granulosa a expressar a enzima aromatase, que é responsável por converter os androgênios produzidos pelas células da teca em estrogênios, como o estradiol.
Os principais hormônios são o LH e o FSH (gonadotrofinas), que estimulam as células da teca e da granulosa, respectivamente, para a produção de androgênios e estrogênios.
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