HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2024
Com relação aos reumatismos de partes moles e artropatias por cristais é correto afirmar:
Tenossinovite de De Quervain = inflamação dos tendões abdutor longo e extensor curto do polegar no 1º compartimento extensor.
A tenossinovite de De Quervain é uma condição dolorosa que afeta o punho e o polegar, comum em atividades repetitivas. O diagnóstico é clínico, frequentemente confirmado pelo teste de Finkelstein, que provoca dor ao desviar ulnarmente o punho com o polegar fletido na palma.
A tenossinovite de De Quervain é uma condição inflamatória que afeta a bainha sinovial dos tendões do abdutor longo do polegar (APL) e do extensor curto do polegar (EPB) no primeiro compartimento extensor do punho. É comum em mulheres de meia-idade e em indivíduos que realizam movimentos repetitivos do punho e polegar, como cuidadores de bebês, digitadores ou trabalhadores manuais. A dor é localizada na face radial do punho, podendo irradiar para o polegar ou antebraço. O diagnóstico é essencialmente clínico, com a palpação da estilóide radial revelando sensibilidade e, por vezes, crepitação. O teste de Finkelstein é o principal método diagnóstico: o paciente fecha o polegar dentro dos outros dedos e desvia o punho ulnarmente, o que provoca dor intensa na região afetada. É crucial diferenciar de outras causas de dor no punho, como rizartrose do polegar ou síndrome do túnel do carpo. O tratamento conservador é a primeira linha e inclui repouso, imobilização com tala para o polegar, aplicação de gelo, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e fisioterapia. Infiltrações locais de corticosteroides são frequentemente eficazes para alívio da dor e inflamação. Em casos refratários ao tratamento conservador, a liberação cirúrgica do primeiro compartimento extensor pode ser necessária para descomprimir os tendões.
A tenossinovite de De Quervain afeta os tendões do abdutor longo do polegar (APL) e do extensor curto do polegar (EPB), que passam pelo primeiro compartimento extensor do punho.
O diagnóstico é primariamente clínico, baseado na dor e sensibilidade na estilóide radial. O teste de Finkelstein, que consiste em desviar ulnarmente o punho com o polegar fletido na palma, é classicamente positivo.
O tratamento inicial inclui repouso, imobilização com tala, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e fisioterapia. Infiltrações locais de corticosteroides são eficazes, e a cirurgia é reservada para casos refratários.
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