IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2018
No sentido de orientar as ações de controle, as doenças infecciosas e parasitárias, no Brasil, vêm sendo classificadas pelo Ministério da Saúde segundo 3 tendências principais: doenças com tendência decrescente, doenças com quadro de persistência e as doenças emergentes e reemergentes. Um exemplo de doença com tendência decrescente é:
Hanseníase no Brasil → doença infecciosa com tendência decrescente, apesar de ainda ser um desafio de saúde pública.
O Ministério da Saúde classifica as doenças infecciosas e parasitárias no Brasil em três tendências. A hanseníase, embora ainda seja um problema de saúde pública, tem apresentado uma tendência decrescente na sua incidência e prevalência ao longo dos anos, graças às ações de controle e tratamento. As outras opções (leishmaniose, dengue, cólera, AIDS) são exemplos de doenças com tendências de persistência, emergência ou reemergência.
A vigilância e o controle das doenças infecciosas e parasitárias são pilares da saúde pública no Brasil. O Ministério da Saúde categoriza essas doenças com base em suas tendências epidemiológicas para orientar as ações de controle e prevenção. Essa classificação inclui doenças com tendência decrescente, doenças com quadro de persistência e doenças emergentes e reemergentes, refletindo a dinâmica complexa da saúde coletiva. A hanseníase, causada pelo *Mycobacterium leprae*, é um exemplo de doença com tendência decrescente no Brasil. Apesar de ainda representar um desafio de saúde pública, especialmente em algumas regiões, os esforços de controle, como o diagnóstico precoce, o tratamento politerápico supervisionado e a busca ativa de casos, têm contribuído para a redução sustentada de sua incidência e prevalência ao longo das últimas décadas. Para residentes, compreender essas tendências é vital para a prática clínica e para a atuação em saúde pública. O conhecimento sobre quais doenças estão em declínio, quais persistem e quais estão emergindo ou reemergindo permite uma alocação mais eficiente de recursos, o desenvolvimento de estratégias de prevenção mais eficazes e a preparação para enfrentar novos desafios epidemiológicos.
O Ministério da Saúde classifica as doenças infecciosas e parasitárias em três tendências principais: doenças com tendência decrescente, doenças com quadro de persistência e doenças emergentes e reemergentes.
A hanseníase tem apresentado uma redução na sua incidência e prevalência ao longo dos anos no Brasil, resultado das ações de controle, diagnóstico precoce e tratamento politerápico eficaz.
Exemplos de doenças emergentes ou reemergentes no Brasil incluem dengue, zika, chikungunya, febre amarela e, em alguns contextos, a cólera, que podem ter surtos ou aumento de casos.
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