FMP/UNIFASE - Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ) — Prova 2023
O uso de dispositivos móveis, como smartphones e tablets por lactentes e pré-escolares aumentou dramaticamente nos últimos anos. Os estudos mostram a associação entre excesso de exposição a telas na primeira infância e atraso no desenvolvimento cognitivo, na linguagem, atrasos sociais, descontrole emocional, além de comportamento agressivo e alterações no sono. Seguindo as recomendações atuais, o tempo aceitável de exposição à tela, de acordo com a faixa etária é:
Crianças < 2 anos: 0 tela; 2-5 anos: máx 1h/dia (AAP/SBP).
As sociedades pediátricas, como a Academia Americana de Pediatria (AAP) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), recomendam evitar completamente a exposição a telas para crianças menores de 2 anos. Para crianças de 2 a 5 anos, o tempo máximo de exposição é de 1 hora por dia, sempre com conteúdo de qualidade e acompanhamento de um adulto.
A crescente ubiquidade de dispositivos móveis trouxe um desafio significativo para a saúde infantil: o manejo da exposição a telas. Estudos têm demonstrado consistentemente a associação entre o tempo excessivo de tela na primeira infância e uma série de desfechos negativos, incluindo atrasos no desenvolvimento cognitivo, da linguagem, social e emocional, além de problemas de sono e comportamento. As principais sociedades pediátricas, como a Academia Americana de Pediatria (AAP) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), emitiram diretrizes claras. Para crianças com menos de 18-24 meses, a exposição a telas deve ser evitada, exceto para videochamadas supervisionadas. Para crianças de 2 a 5 anos, o limite é de no máximo 1 hora por dia, com conteúdo de alta qualidade e sempre com a participação ativa de um adulto para mediar a experiência. É crucial que os profissionais de saúde orientem pais e cuidadores sobre os riscos e as recomendações. O tempo de tela deve ser substituído por brincadeiras interativas, leitura, atividades ao ar livre e interação social, que são fundamentais para o desenvolvimento saudável do cérebro e das habilidades sociais e emocionais das crianças.
A exposição excessiva a telas na primeira infância está associada a atrasos no desenvolvimento cognitivo, da linguagem, social e emocional, além de problemas de sono, descontrole emocional e comportamento agressivo, devido à privação de interações e estímulos essenciais.
Para crianças menores de 18-24 meses, as recomendações da AAP e SBP são de evitar completamente a exposição a telas, exceto para videochamadas supervisionadas com familiares, pois o cérebro em desenvolvimento necessita de interações reais e exploração do ambiente.
Os pais podem limitar o tempo de tela estabelecendo regras claras, oferecendo alternativas como brincadeiras ao ar livre, leitura e jogos interativos, e sendo modelos de uso consciente. É importante criar zonas livres de tela e participar ativamente do conteúdo quando permitido.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo