UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2022
Com o advento da tecnologia, e principalmente com pandemia do COVID-19, aumentou-se a preocupação com o tempo em que as crianças permanecem frente à tela, por estar ligado diretamente ao aumento do risco de obesidade. Segundo a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, o tempo de tela recomendado para adolescentes entre 11-18 anos é de:
Adolescentes (11-18 anos) → tempo de tela máximo de 2 a 3 horas/dia, com supervisão.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) estabelece diretrizes para o tempo de tela em diferentes faixas etárias, visando mitigar riscos como obesidade, sedentarismo, problemas de sono e impactos no desenvolvimento. Para adolescentes, a recomendação é de um limite diário com foco na qualidade do conteúdo e interação familiar.
O tempo de tela excessivo em crianças e adolescentes tornou-se uma preocupação crescente, especialmente após a pandemia de COVID-19, devido à sua associação com diversos problemas de saúde. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu diretrizes claras para orientar pais e profissionais de saúde sobre o uso adequado de dispositivos eletrônicos. A exposição prolongada a telas está ligada ao aumento do risco de obesidade, sedentarismo, distúrbios do sono, problemas de visão, dificuldades de atenção e concentração, além de impactos na saúde mental, como ansiedade e depressão. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, a SBP recomenda um tempo de tela máximo de 2 a 3 horas por dia. É crucial que este tempo seja supervisionado, com os pais ou responsáveis monitorando o tipo de conteúdo acessado e incentivando atividades alternativas, como brincadeiras ao ar livre, leitura e interação social. A qualidade do conteúdo é tão importante quanto a quantidade de tempo, priorizando-se o uso educativo e interativo. A implementação dessas recomendações visa promover um desenvolvimento saudável e equilibrado, prevenindo os efeitos negativos do uso descontrolado de telas. É fundamental que os profissionais de saúde orientem as famílias sobre a importância de estabelecer limites, criar rotinas e servir de exemplo no uso consciente da tecnologia, garantindo que o tempo de tela não substitua atividades essenciais para o bem-estar físico e mental.
A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que adolescentes entre 11 e 18 anos tenham um tempo de tela limitado a 2 a 3 horas por dia, com supervisão e priorizando conteúdos educativos e interativos.
O tempo de tela excessivo está associado a riscos como obesidade, sedentarismo, problemas de sono, dificuldades de atenção, atrasos no desenvolvimento da linguagem e impactos na saúde mental, como ansiedade e depressão.
As diretrizes da SBP incluem: evitar telas para menores de 2 anos; limitar a 1 hora/dia para 2-5 anos; 1-2 horas/dia para 6-10 anos; e 2-3 horas/dia para 11-18 anos, sempre com supervisão e priorizando conteúdo de qualidade.
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