Unioeste/HUOP - Hospital Universitário do Oeste do Paraná - Cascavel (PR) — Prova 2017
A escola de segundo grau do município Rio Verde tem 321 alunos matriculados. Durante os meses de julho a setembro de 2016, ocorreram 83 casos da doença RR (caso hipotético) entre os alunos. Aqueles 83 alunos residiam com 104 familiares (pais, irmãos e outros agregados familiares). Destes, 20 também desenvolveram a doença RR. Qual foi a taxa de ataque secundário entre os contatos?
Taxa de ataque secundário = (Casos novos entre contatos / Total de contatos suscetíveis) x 100.
A taxa de ataque secundário mede a proporção de contatos suscetíveis que desenvolvem a doença após a exposição a um caso primário, sendo um indicador crucial da transmissibilidade da doença em um ambiente fechado, como um domicílio.
A taxa de ataque secundário é uma medida epidemiológica fundamental utilizada na investigação de surtos de doenças transmissíveis, especialmente em ambientes onde há contato próximo, como domicílios, escolas ou hospitais. Ela quantifica a proporção de contatos suscetíveis que desenvolvem a doença após a exposição a um caso primário. O cálculo da taxa de ataque secundário é feito dividindo o número de casos novos que surgem entre os contatos suscetíveis pelo número total de contatos suscetíveis expostos ao caso primário, multiplicado por 100. É crucial que o denominador inclua apenas os indivíduos que estavam em risco de contrair a doença e que não eram o caso primário. Essa medida é valiosa para avaliar a transmissibilidade de um agente infeccioso, a eficácia das medidas de controle e a necessidade de intervenções específicas para proteger os contatos. Para residentes, o domínio do cálculo e da interpretação da taxa de ataque secundário é essencial para a atuação em vigilância epidemiológica e saúde coletiva.
A taxa de ataque secundário é a proporção de contatos suscetíveis que desenvolvem uma doença após a exposição a um caso primário, geralmente em um ambiente fechado. Sua importância reside em medir a transmissibilidade da doença e a eficácia das medidas de controle.
A fórmula é: (Número de casos novos entre contatos suscetíveis / Número total de contatos suscetíveis no período) x 100. É crucial excluir o caso primário e os contatos que já eram imunes ou já haviam adoecido.
É particularmente útil em investigações de surtos em ambientes fechados ou grupos bem definidos, como domicílios, escolas ou instituições, onde a exposição e o número de contatos podem ser mais facilmente identificados e monitorados.
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