TARV na Gestação HIV: Esquema Preferencial e Prevenção

UNIRG - Universidade de Gurupi (TO) — Prova 2021

Enunciado

A Tarv está indicada para toda gestante infectada pelo HIV, independentemente de critérios clínicos e imunológicos, e não deverá ser suspensa após o parto, qualquer que seja o nível de LT-CD4+ no momento do início do tratamento.PROTOCOLO clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de hiv, sífilis e eepatites virais, 2020.Na gestante diagnosticada com sífilis, o esquema de tratamento preferencial é:

Alternativas

  1. A) Tenofovir + lamivudina + raltegravir.
  2. B) enofovir + zidovudina + raltegravir
  3. C) Abacavir + zidovudina + efavirenz.
  4. D) Tenofovir + lamivudina + efavirenz.

Pérola Clínica

TARV gestante HIV: Tenofovir + Lamivudina + Raltegravir (esquema preferencial) para prevenção da transmissão vertical.

Resumo-Chave

O protocolo brasileiro de 2020 para prevenção da transmissão vertical do HIV recomenda a TARV para todas as gestantes HIV-positivas, independentemente de critérios clínicos ou imunológicos, e a manutenção pós-parto. O esquema preferencial inclui Tenofovir (TDF), Lamivudina (3TC) e Raltegravir (RAL), devido à sua eficácia e segurança na gestação.

Contexto Educacional

A infecção pelo HIV na gestação representa um desafio significativo, mas com o avanço da terapia antirretroviral (TARV), a transmissão vertical (TV) do vírus pode ser drasticamente reduzida. O Brasil possui um protocolo robusto para a prevenção da TV, que enfatiza a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais (2020), a TARV é indicada para todas as gestantes HIV-positivas, independentemente de sua contagem de LT-CD4+ ou estágio clínico. O tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível na gestação e mantido continuamente, inclusive após o parto, para garantir a supressão viral materna e a saúde da mulher. O esquema preferencial de TARV para gestantes HIV-positivas é a combinação de Tenofovir (TDF) + Lamivudina (3TC) + Raltegravir (RAL). Essa escolha se baseia na eficácia, segurança e tolerabilidade desses medicamentos durante a gravidez. Outros esquemas podem ser utilizados em situações específicas, mas o objetivo principal é sempre alcançar a supressão viral para minimizar o risco de transmissão para o recém-nascido. A adesão rigorosa à TARV é crucial para o sucesso da prevenção da transmissão vertical.

Perguntas Frequentes

Qual a indicação da TARV para gestantes HIV-positivas?

A TARV é indicada para todas as gestantes infectadas pelo HIV, independentemente de critérios clínicos ou imunológicos, com o objetivo principal de reduzir a carga viral materna e prevenir a transmissão vertical do vírus para o bebê.

Qual o esquema preferencial de TARV para gestantes HIV-positivas no Brasil?

O esquema preferencial de TARV para gestantes HIV-positivas, conforme o protocolo brasileiro de 2020, é a combinação de Tenofovir (TDF) + Lamivudina (3TC) + Raltegravir (RAL).

Por que a TARV não deve ser suspensa após o parto em gestantes HIV-positivas?

A TARV não deve ser suspensa após o parto, independentemente do nível de LT-CD4+ no início do tratamento, pois o tratamento contínuo é essencial para a saúde materna a longo prazo e para evitar a progressão da doença.

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