AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2022
Uma gestante em trabalho de parto espontâneo se encontra com dilatação cervical de 6cm, feto em apresentação cefálica e dinâmica uterina de 6 contrações em um intervalo de 10 minutos. Qual dos termos a seguir adequadamente descreve essa situação?
Dinâmica uterina > 5 contrações em 10 minutos (em 30 min) → Taquissistolia.
Taquissistolia é definida como mais de 5 contrações uterinas em um período de 10 minutos, avaliado em uma janela de 30 minutos. Essa condição pode levar a sofrimento fetal devido à redução do fluxo sanguíneo uteroplacentário e deve ser prontamente identificada e manejada.
A dinâmica uterina é um dos pilares do trabalho de parto, e seu monitoramento é essencial para avaliar a progressão e o bem-estar materno-fetal. A taquissistolia, uma forma de hiperestimulação uterina, é uma complicação que pode surgir espontaneamente ou ser induzida por agentes uterotônicos, como a ocitocina. A taquissistolia é caracterizada por uma frequência excessiva de contrações (mais de 5 em 10 minutos, em uma janela de 30 minutos). Essa alta frequência não permite um tempo adequado de relaxamento uterino entre as contrações, comprometendo a perfusão placentária e a oxigenação fetal. É crucial diferenciá-la de hipersistolia (contração de alta intensidade) e hipertonia (aumento do tônus basal). O reconhecimento precoce da taquissistolia, geralmente por cardiotocografia, é vital. O manejo envolve a interrupção de ocitocina (se em uso), mudança de decúbito materno, hidratação e, em casos persistentes ou com sofrimento fetal, o uso de tocolíticos para relaxar o útero. O objetivo é restaurar um padrão de contrações eficaz e seguro para a mãe e o feto.
Taquissistolia uterina é definida como a ocorrência de mais de 5 contrações em um período de 10 minutos, avaliado em uma janela de 30 minutos. É uma condição que pode indicar hiperestimulação uterina.
A taquissistolia pode reduzir o fluxo sanguíneo uteroplacentário, diminuindo a oxigenação fetal e levando a sofrimento fetal, manifestado por alterações na frequência cardíaca fetal, como desacelerações tardias ou bradicardia.
O manejo da taquissistolia geralmente envolve a redução ou interrupção de agentes uterotônicos (como ocitocina), mudança de decúbito materno, hidratação intravenosa e, se necessário, o uso de tocolíticos (como terbutalina) para reduzir a frequência das contrações.
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