Taquipneia Transitória do RN: Diagnóstico e Manejo

UEPA Revalida - Universidade do Estado do Pará — Prova 2023

Enunciado

RN de A.C.V, nascido a termo, IG: 37 semanas e 2 dias, parto cesáreo, bolsa amniótica íntegra. RN chorou forte e vigoroso ao nascer, realizado clampeamento imediato do cordão umbilical, com Apgar 8/9 e peso de 2.810 g ao nascer. Mãe 36 anos, G3P3A0, realizou 08 consultas de pré-natal; apresentou ITU tratada com controle de cura e Leucorreia tratada com melhora, ambas sem recorrência; nega outras intercorrências e vícios; mãe sem trabalho de parto prévio à cesariana. Nas primeiras horas de vida, RN evoluiu com taquidispneia, tiragem subcostal e batimento de asa de nariz, com Frequência Respiratória de 85 irpm (Boletim de Silverman-Andersen de 2). Ao exame: RN em bom estado geral, ativo e reativo, acianótico, corado, hidratado, com perfusão capilar periférica satisfatória, não foram identificadas alterações à ausculta pulmonar e cardíaca, SatO2 90%. Iniciada oxigenioterapia e dieta. Realizado Rx de tórax, que evidenciou congestão peri-hilar radiada e simétrica, espessamento de cissuras interlobares, hiperinsuflação pulmonar leve, discreta cardiomegalia. Com 36h de vida o RN evoluiu com melhora, eupneico, SatO² 98% em ar ambiente. O processo fisiopatológico que poderia explicar o quadro é:

Alternativas

  1. A) deficiência quali-quantitativa do surfactante pulmonar endógeno.
  2. B) processos inflamatórios em alvéolos pulmonares.
  3. C) imaturidade do controle neuronal do centro respiratório.
  4. D) aspiração de saliva para árvore traqueobrôquica.
  5. E) retardo na absorção de líquido pulmonar.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo