Taquicardia Ventricular Monomórfica: Manejo em Paciente Estável

HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem, de 68 anos de idade, comparece à unidade de emergência com queixa de palpitação de inicio súbito e sem pródromos, há 20 minutos. Nega dor torácica, dispneia, tontura, lipotimia, sincope ou quaisquer outros sintomas. Tem história prévia de hipertensão arterial sistémica, dislipidemia e diabetes mellitus tipo 2, estando em uso de enalapril, metformina e sinvastatina. Ao exame, está em bom estado geral, lúcido e orientado no tempo e espaço e apresenta FC: 130 bpm; PA: 146 x 85 mmHg; tempo de enchimento capilar de 1 segundo; FR: 16 irpm e saturação periférica de oxigênio de 96% em ar ambiente. Sem outras alterações ao exame físico. O eletrocardiograma está mostrado abaixo.  Após sua admissão na sala de emergência, foi instalada monitorização e obtido um acesso venoso periférico calibroso, com subsequente administração de 6 mg de adenosina. O diagnóstico eletrocardiográfico e a conduta que deve ser adotada neste momento, respectivamente, são:

Alternativas

  1. A) Flutter atrial com bloqueio de ramo direito e adenosina 6 mg.
  2. B) Fibrilação atrial de alta resposta ventricular e metoprolol 5 mg.
  3. C) Taquicardia ventricular monomórfica e amiodarona 150 mg.
  4. D) Taquicardia supraventricular e adenosina 12 mg.
  5. E) Taquicardia ventricular polimórfica e cardioversão sincronizada.

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