Taquiarritmia Instável em Lactentes: Manejo de Emergência

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2021

Enunciado

João de 4 meses, 5kg, chega no colo materno ao pronto-socorro, letárgico, utilizando musculatura acessória e pálido. Na sala de emergência, após ser realizada monitorização, oxigenação e acesso venoso, o monitor mostra o seguinte ritmo:Na avaliação primária: via aérea pérvia, FR 53ipm, presença de retração intercostal, saturação de 95% com máscara de O2 não reinalante, TEC 4 seg, pulso periférico fino, PA: 73X 48, pulso central rápido e cheio, FC 250 bpm, que não se modifica com a respiração ou atividade, Glasgow 13, Tº 36,2. A melhor estratégia de tratamento é

Alternativas

  1. A) adenosina, que pode ser tentada 2 vezes, se não ocorrer a reversão, sedação, ventilação S/N e choque sincronizado (cardioversão) com as pás pediátricas com 0,5 a 1 J/Kg.
  2. B) manobra vagal com gelo na região frontal, adenosina e choque não sincronizado com 0,5 a 1 J/Kg, antes sedar, ventilar S/N.
  3. C) iniciar com volume 10 ml/kg, devido ao choque cardiogênico e depois, se o volume não reverter o choque, realizar cardioversão química com adenosina ou cardioversão elétrica.
  4. D) imediatamente realizar choque sincronizado com 0,5 a 1 J/Kg, sem sedação, pois estamos diante de um quadro de taquiarritmia instável.
  5. E) adenosina, se não ocorrer a reversão, cardioversão elétrica.

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