SMS Campo Grande - Secretaria Municipal de Saúde (MS) — Prova 2025
A maioria dos casos de TSVP (Taquicardia paroxística supraventricular) é benigna e autolimitada. Contudo, algumas pessoas podem apresentar angina, hipotensão e ansiedade intensa. A primeira etapa no tratamento de TSVP é determinar se a pessoa está hemodinamicamente estável. Caso a TSVP seja sustentada e a pessoa apresente algum sinal ou sintoma de instabilidade hemodinâmica (angina, taquipneia, diminuição do nível de consciência, hipotensão, ICC), a cardioversão elétrica deverá ser realizada com urgência. Se os sintomas são restritos a desconforto (palpitações e ansiedade), medidas conservadoras podem ser assumidas. São opção terapêuticas para taquicardias supraventriculares não medicamentosas, EXCETO:
TSVP estável: Manobras vagais (Valsalva, massagem carotídea) são opções não medicamentosas; Dix-Hallpike é para VPPB.
Para Taquicardia Paroxística Supraventricular (TSVP) hemodinamicamente estável, as manobras vagais, como a manobra de Valsalva e a massagem do seio carotídeo, são as opções terapêuticas não medicamentosas de primeira linha. A manobra de Dix-Hallpike, por outro lado, é um teste diagnóstico para Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), não tendo aplicação no tratamento de arritmias cardíacas.
A Taquicardia Paroxística Supraventricular (TSVP) é uma arritmia comum, caracterizada por episódios súbitos de taquicardia com QRS estreito. Embora a maioria dos casos seja benigna e autolimitada, alguns pacientes podem apresentar sintomas como palpitações, ansiedade, e em casos de instabilidade hemodinâmica, angina ou hipotensão. A primeira etapa no manejo é determinar a estabilidade hemodinâmica do paciente. Se houver instabilidade, a cardioversão elétrica sincronizada é a conduta de urgência. Para pacientes hemodinamicamente estáveis, o tratamento inicial pode ser não medicamentoso, com o uso de manobras vagais. Estas manobras aumentam o tônus vagal, o que pode interromper a reentrada no nó atrioventricular, mecanismo comum da TSVP. As mais conhecidas e eficazes são a manobra de Valsalva modificada (expiração forçada contra a glote fechada, seguida de elevação das pernas) e a massagem do seio carotídeo (com cautela, após ausculta para descartar sopros carotídeos e unilateralmente). Outras medidas como repouso e evitar fatores desencadeantes (estresse, cafeína) também podem ser úteis. É crucial diferenciar as manobras vagais de outras manobras diagnósticas ou terapêuticas. A manobra de Dix-Hallpike, por exemplo, é um teste provocativo utilizado para diagnosticar a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), uma condição otoneurológica, e não possui qualquer papel no tratamento de arritmias cardíacas. O conhecimento preciso dessas intervenções é essencial para o residente, garantindo um manejo seguro e eficaz da TSVP.
As manobras vagais mais comuns para tratar TSVP incluem a manobra de Valsalva (esforço de expiração forçada contra glote fechada) e a massagem do seio carotídeo (realizada com cautela e contraindicações).
A cardioversão elétrica é indicada com urgência para TSVP sustentada que cursa com instabilidade hemodinâmica, como angina, hipotensão, taquipneia, diminuição do nível de consciência ou insuficiência cardíaca congestiva.
A manobra de Dix-Hallpike é utilizada para o diagnóstico da Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), uma condição do labirinto que causa tontura ao mudar a posição da cabeça, e não tem aplicação no tratamento de taquicardias.
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