UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2023
Sobre o Suporte Básico de Vida em pediatria, é correto afirmar:
BLS pediátrico (1 socorrista) = C-A-B, relação compressão-ventilação 30:2.
No Suporte Básico de Vida pediátrico, para um único socorrista, a sequência de reanimação inicia com compressões torácicas, seguida de ventilações, na proporção de 30 compressões para 2 ventilações (30:2). É fundamental garantir a profundidade e o local corretos das compressões e minimizar interrupções para otimizar a perfusão.
O Suporte Básico de Vida (BLS) em pediatria é uma habilidade essencial para todos os profissionais de saúde, dada a alta incidência de parada cardiorrespiratória (PCR) em crianças e a importância da intervenção precoce. Diferente dos adultos, a PCR pediátrica frequentemente tem origem respiratória, o que enfatiza a importância das ventilações. A sequência de reanimação para um único socorrista em BLS pediátrico segue o padrão C-A-B (Compressões, Vias Aéreas, Respiração), com uma relação de 30 compressões para 2 ventilações. Para dois socorristas, a relação muda para 15:2. As compressões devem ser realizadas no terço médio ou inferior do esterno, com uma profundidade de aproximadamente 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax (cerca de 5 cm para crianças e 4 cm para lactentes), permitindo a reexpansão completa do tórax. A avaliação de responsividade e pulso deve ser rápida e eficiente, não excedendo 10 segundos para profissionais de saúde. Erros comuns incluem a profundidade inadequada das compressões, o local incorreto e interrupções prolongadas, que diminuem a eficácia da RCP. O treinamento contínuo e a familiaridade com as diretrizes são cruciais para otimizar os resultados.
A sequência inicial de reanimação no Suporte Básico de Vida pediátrico é composta de compressões torácicas, seguida de ventilações (C-A-B), com a abertura das vias aéreas e respirações de resgate.
Para um único socorrista em crianças, a relação compressão-ventilação recomendada é de 30 compressões para 2 ventilações (30:2).
Para adolescentes, a profundidade da compressão torácica ideal deve ser de pelo menos 5 cm (e não mais que 6 cm), devendo-se sempre respeitar a re-expansão torácica completa após cada compressão.
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