HE Jayme Neves - Hospital Escola Jayme dos Santos Neves (ES) — Prova 2025
Assinale a alternativa correta sobre suporte avançado de vida em pediatria:
FV/TV sem pulso refratárias em pediatria → Amiodarona OU Lidocaína são opções antiarrítmicas.
Em PCR pediátrica com ritmos chocáveis refratários à desfibrilação, a amiodarona e a lidocaína são drogas antiarrítmicas de segunda linha. A intubação orotraqueal precoce não garante melhores desfechos e a adrenalina é administrada conforme o ritmo, não indiscriminadamente. A via intraóssea é preferencial à endotraqueal para drogas.
O Suporte Avançado de Vida em Pediatria (SAVP) é crucial para o manejo de crianças em parada cardiorrespiratória (PCR), uma condição de alta mortalidade. A compreensão das diretrizes atuais é vital para otimizar os desfechos, especialmente em cenários de emergência onde cada segundo conta. A PCR pediátrica frequentemente tem etiologia respiratória ou hipóxica, diferentemente dos adultos. O diagnóstico da PCR é clínico, e a identificação do ritmo cardíaco é fundamental para guiar a conduta. Ritmos chocáveis (FV e TVSP) exigem desfibrilação, enquanto ritmos não chocáveis (assistolia e atividade elétrica sem pulso - AESP) requerem compressões torácicas e administração de adrenalina. A qualidade das compressões e ventilações é o pilar do tratamento, e a intubação orotraqueal deve ser realizada por profissionais experientes para evitar interrupções prolongadas nas compressões. O tratamento farmacológico inclui adrenalina para todos os ritmos, e antiarrítmicos como amiodarona ou lidocaína para FV/TVSP refratárias. A via intraóssea é a preferencial para acesso rápido a medicamentos. A otimização do tempo de resposta e a adesão aos protocolos são essenciais para aumentar as chances de sobrevida e minimizar sequelas neurológicas em crianças.
Os ritmos chocáveis na PCR pediátrica são a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular sem Pulso (TVSP). Ambos requerem desfibrilação imediata.
Amiodarona ou lidocaína são indicadas na PCR pediátrica com FV ou TVSP que são refratárias à desfibrilação após as primeiras tentativas e administração de adrenalina.
A via intraóssea (IO) é a via preferencial para administração de medicamentos na PCR pediátrica quando o acesso venoso periférico não é rapidamente estabelecido, sendo superior à via endotraqueal.
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