Fundhacre - Fundação Hospital Estadual do Acre — Prova 2015
O Ministério da Saúde do Brasil recomenda a suplementação de megadose vitamina A (200.000 UI) em áreas consideradas endêmicas para deficiência desta vitamina, garantindo-se, assim, reposição dos níveis de retinol da mãe e níveis adequados de vitamina A no leite materno até que o bebê atinja 6 meses de idade, diminuindo-se o risco de deficência dessa vitamina entre as crianças amamentadas. Em que período, PREFERENCIALMENTE, deve ser feita esta suplementação?
Megadose Vitamina A (200.000 UI) para puérperas em áreas endêmicas → puerpério imediato.
O Ministério da Saúde recomenda a suplementação de megadose de vitamina A (200.000 UI) para puérperas em áreas endêmicas, preferencialmente no puerpério imediato (até 48 horas após o parto), para garantir níveis adequados no leite materno.
A deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública em muitas regiões, com graves consequências para a saúde materno-infantil, incluindo aumento da morbimortalidade por infecções e problemas visuais. A suplementação estratégica é uma medida preventiva crucial, especialmente para residentes que atuam em saúde pública e atenção primária. O Ministério da Saúde do Brasil, alinhado com recomendações internacionais, preconiza a suplementação de megadose de vitamina A (200.000 UI) para puérperas residentes em áreas consideradas endêmicas para a deficiência. Essa intervenção visa restaurar os estoques maternos e assegurar que o leite materno contenha níveis adequados de vitamina A, protegendo o lactente nos primeiros seis meses de vida. A administração deve ser feita preferencialmente no puerpério imediato, até 48 horas após o parto, para otimizar a absorção e a secreção no leite. É uma estratégia custo-efetiva para combater a deficiência de vitamina A em populações vulneráveis, sendo um conhecimento essencial para a prática clínica e gestão em saúde.
A dose recomendada é de 200.000 UI de vitamina A em dose única.
A suplementação garante a reposição dos níveis de retinol da mãe e níveis adequados de vitamina A no leite materno, protegendo o bebê amamentado da deficiência.
Preferencialmente no puerpério imediato, ou seja, até 48 horas após o parto, para maximizar a transferência para o leite materno.
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