UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2020
A deficiência de vitamina A é considerada um problema grave de saúde pública em mais de 70 países. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 2,8 milhões de crianças em idade pré-escolar no mundo são clinicamente afetadas pela doença. Sabendo que a concentração de vitamina A no leite materno varia de acordo com a dieta da mãe, o Ministério da Saúde do Brasil e a OMS preconizam o seguinte esquema de suplementação dessa vitamina para crianças que vivem em regiões afetadas, na forma de megadose por via oral:
Suplementação Vit A (regiões afetadas): <1 ano = 100.000 UI (dose única); 1-5 anos = 200.000 UI a cada 6 meses.
A deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública global, impactando a saúde ocular e imunidade infantil. A OMS e o Ministério da Saúde preconizam a suplementação com megadoses orais, diferenciando a dose para lactentes (6-11 meses) e crianças maiores (12-59 meses) em regiões de risco.
A deficiência de vitamina A (DVA) é um grave problema de saúde pública, especialmente em países em desenvolvimento, afetando milhões de crianças pré-escolares. As consequências da DVA incluem xeroftalmia (cegueira noturna, manchas de Bitot, ceratomalácia), que pode levar à cegueira permanente, e aumento da suscetibilidade a infecções, elevando a morbimortalidade infantil. A vitamina A é crucial para a visão, crescimento, diferenciação celular e função imunológica. Para combater a DVA, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil preconizam programas de suplementação com megadoses de vitamina A por via oral em regiões de risco. O objetivo é repor os estoques corporais da vitamina, que podem ser insuficientes devido à dieta inadequada da mãe (afetando o leite materno) ou à baixa ingestão direta pela criança. O esquema de suplementação é específico para cada faixa etária: crianças de 6 a 11 meses de idade devem receber uma dose única de 100.000 UI de vitamina A. Já as crianças de 12 a 59 meses de idade devem receber 200.000 UI de vitamina A a cada seis meses. Essa estratégia de megadose é eficaz na redução da prevalência de DVA e suas complicações, sendo uma intervenção de baixo custo e alto impacto na saúde infantil.
A deficiência de vitamina A é uma das principais causas de cegueira evitável na infância, além de aumentar a morbimortalidade por infecções, impactando milhões de crianças globalmente.
A suplementação com megadose visa restaurar os estoques corporais de vitamina A rapidamente, protegendo contra a xeroftalmia e fortalecendo o sistema imunológico das crianças em áreas de alta prevalência.
Crianças de 6 a 11 meses de idade recebem uma dose única de 100.000 UI, enquanto crianças de 12 a 59 meses de idade recebem 200.000 UI a cada 6 meses.
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