SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2022
Marque a alternativa correta sobre o nome da físsura identificada em 90% dos pacientes durante uma colecistectomia videolaparoscópica, físsura posicionada entre os lobos direito e caudado do fígado que representa importante marco anatômico para iniciar a dissecção da vesícula biliar:
Sulco de Rouviere → marco anatômico crucial para dissecção segura na colecistectomia laparoscópica.
O Sulco de Rouviere é uma fissura anatômica que se localiza entre o lobo direito e o lobo caudado do fígado, sendo um marco importante para iniciar a dissecção da vesícula biliar de forma segura na colecistectomia videolaparoscópica, ajudando a evitar lesões de ductos biliares.
A colecistectomia videolaparoscópica é um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns, e a segurança durante a dissecção é primordial para evitar lesões iatrogênicas dos ductos biliares, que podem ter consequências devastadoras para o paciente. O conhecimento da anatomia cirúrgica é, portanto, indispensável. O Sulco de Rouviere é uma fissura inconstante, mas presente em cerca de 90% dos pacientes, localizada na face inferior do fígado, entre o lobo direito e o lobo caudado. Ele serve como um marco anatômico crucial para o cirurgião iniciar a dissecção da vesícula biliar de forma segura, pois sua identificação indica que o cirurgião está abaixo do plano do ducto biliar comum, afastando-se da área de risco do Triângulo de Calot. A correta identificação e utilização do Sulco de Rouviere como guia permite uma dissecção mais segura e eficiente, diminuindo a incidência de lesões de via biliar. Para o residente, dominar esse e outros marcos anatômicos (como o Triângulo de Calot e a visão crítica de segurança) é fundamental para realizar colecistectomias com confiança e segurança.
O Sulco de Rouviere serve como um marco anatômico para iniciar a dissecção da vesícula biliar, orientando o cirurgião a permanecer no plano correto e evitar lesões iatrogênicas dos ductos biliares.
Ele é uma fissura que se encontra entre o lobo direito e o lobo caudado do fígado, visível na face inferior do fígado.
Ao identificar o sulco, o cirurgião pode iniciar a dissecção de forma mais lateral e inferior, afastando-se do ducto biliar comum e reduzindo o risco de lesões.
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