Sucedâneos de Babinski: Sinal de Gordon e Lesão Piramidal

FHSTE - Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim (RS) — Prova 2022

Enunciado

Os sucedâneos de babinski, cuja pesquisa se dá por meio da compressão das panturrilhas, denominam-se sinal de:

Alternativas

  1. A) oppenheim
  2. B) schaefer
  3. C) gordon
  4. D) chaddock

Pérola Clínica

Compressão da panturrilha → Sinal de Gordon (sucedâneo de Babinski).

Resumo-Chave

Os sucedâneos de Babinski são manobras que provocam uma resposta extensora do hálux (semelhante ao sinal de Babinski) em casos de lesão do trato corticoespinhal. O sinal de Gordon é um desses sucedâneos, obtido pela compressão firme da panturrilha, e indica disfunção do sistema piramidal.

Contexto Educacional

O sinal de Babinski é um dos achados mais importantes no exame neurológico, indicando lesão do trato corticoespinhal (via piramidal). No entanto, nem sempre é fácil de elicitar ou interpretar. Por isso, foram descritos os "sucedâneos de Babinski", que são manobras alternativas para provocar a mesma resposta extensora do hálux. O sinal de Gordon, especificamente, é obtido pela compressão firme da panturrilha. Uma resposta positiva, caracterizada pela extensão do hálux, confirma a presença de disfunção piramidal. É crucial para o residente conhecer e saber realizar esses sucedâneos, pois eles complementam o exame do reflexo cutâneo-plantar. A presença de qualquer um desses sinais patológicos, em um contexto clínico apropriado, deve levar à investigação de uma lesão neurológica central. A compreensão desses reflexos é fundamental para a semiologia neurológica e para o diagnóstico diferencial de diversas condições.

Perguntas Frequentes

O que são os sucedâneos de Babinski e o que eles indicam?

Os sucedâneos de Babinski são manobras que, assim como o sinal de Babinski clássico, provocam uma resposta extensora do hálux em pacientes com lesão do trato corticoespinhal (síndrome piramidal), indicando disfunção neurológica.

Como é pesquisado o sinal de Gordon?

O sinal de Gordon é pesquisado pela compressão firme da panturrilha do paciente. Uma resposta positiva é a extensão lenta e tônica do hálux, com ou sem abdução dos outros dedos.

Quais outros sucedâneos de Babinski existem e como são realizados?

Outros sucedâneos incluem o sinal de Oppenheim (deslizar o polegar pela crista tibial), Schaefer (compressão do tendão de Aquiles) e Chaddock (estimulação da borda lateral do pé, abaixo do maléolo lateral). Todos buscam a resposta extensora do hálux.

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