Stents Farmacológicos: Manejo da Antiagregação Plaquetária

HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Homem, 65 anos, HIV-positivo (carga viral negativa e CD4 normal), tabagista com carga 50 maços-ano, hipertenso em uso de hidroclorotiazida 25mg e anlodipino 5mg. Possui diabetes tipo 2, controlado com Metformina. Fazia uso irregular de AAS para profilaxia cardiovascular. No entanto, apresentou quadro recente de precordialgia típica, sendo submetido à intervenção e colocação de stent farmacológico em coronária descendente anterior. Assinale a melhor alternativa:

Alternativas

  1. A) Neste caso, a escolha do stent está associada a uma menor taxa de trombose crônica do stent.
  2. B) Por se tratar de um stent farmacológico, pode-se optar pela antiagregação plaquetária simples, com AAS apenas.
  3. C) A trombose de stent tardia é mais rara, mas é um pouco mais comum com stents farmacológicos, devendo-se proceder com antiagregação plaquetária dupla por até 1 ano ou mais.
  4. D) A trombose de stent tardia é mais rara, mas é um pouco mais comum com stents metálicos, devendo-se proceder com antiagregação plaquetária dupla por até 1 ano ou mais.
  5. E) A reestenose do stent é menor com o stent metálico, pois há um menor crescimento da neoíntima sobre esse stent. 

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo