UNIGRANRIO - Universidade do Grande Rio (RJ) — Prova 2020
Podemos afirmar com relação aos sopros inocentes:
Sopro inocente: suave, sistólico, sem frêmito, varia com posição/respiração, comum na infância.
Sopros inocentes são achados comuns na infância, caracterizados por serem suaves, sistólicos e sem frêmito. Sua intensidade pode variar com a posição do paciente, febre ou exercício, e não indicam doença cardíaca estrutural. A grande maioria é sistólica, e a presença de frêmito geralmente aponta para um sopro patológico.
Sopros cardíacos são achados frequentes na prática pediátrica, e a distinção entre sopros inocentes (fisiológicos) e patológicos (orgânicos) é crucial para evitar ansiedade desnecessária e encaminhamentos inadequados. Sopros inocentes são extremamente comuns, ocorrendo em mais da metade das crianças em algum momento da vida. As características que definem um sopro inocente incluem: ser suave (geralmente grau I ou II/VI), sistólico (nunca diastólico), sem frêmito, de curta duração, e com variação de intensidade com a posição, respiração, febre ou exercício. A ausculta deve ser realizada em diferentes posições e com manobras para avaliar essas variações. A identificação correta de um sopro inocente permite tranquilizar os pais e evitar exames complementares desnecessários. No entanto, qualquer sopro com características atípicas (diastólico, intenso, com frêmito, associado a sintomas) deve ser investigado por um cardiologista pediátrico para descartar cardiopatia congênita ou adquirida.
Sopros inocentes são tipicamente suaves (grau I-II/VI), sistólicos, sem frêmito, e sua intensidade pode variar com a posição, respiração, febre ou exercício. Sopros patológicos podem ser mais intensos, diastólicos, contínuos, ou associados a frêmitos e outros achados anormais.
Sopros inocentes são muito comuns na infância, ocorrendo em cerca de 50% a 80% das crianças normais em algum momento, especialmente durante períodos de febre ou estresse.
Não, a grande maioria dos sopros inocentes é sistólica. A presença de um sopro diastólico é quase sempre um indicativo de doença cardíaca estrutural e requer investigação aprofundada.
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