IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2022
O sofrimento fetal agudo (SFA) é o que ocorre durante o parto. A asfixia resulta do comprometimento da troca de gases materno – fetal, levando à hipoxemia progressiva, hipercapnia e acidose metabólica. Sobre esse tema, marque a opção CORRETA:
Asfixia fetal → hipersistolia, taquissistolia, hipertonia uterina ou hipotensão materna.
O sofrimento fetal agudo é uma condição grave que ocorre durante o parto, resultante da asfixia fetal. As causas podem ser uterinas (contrações excessivas) ou maternas (hipotensão), comprometendo a troca gasosa e levando à hipoxemia e acidose.
O sofrimento fetal agudo (SFA) é uma condição obstétrica grave que ocorre durante o trabalho de parto, caracterizada por um comprometimento da troca gasosa materno-fetal. Isso leva a uma progressiva hipoxemia, hipercapnia e acidose metabólica fetal, com potencial de causar danos neurológicos permanentes ou óbito se não for rapidamente identificado e manejado. As causas do SFA são variadas e podem incluir fatores maternos, como hipotensão, ou fatores uterinos, como hipersistolia, taquissistolia ou hipertonia uterina, que reduzem o fluxo sanguíneo para a placenta. O diagnóstico é feito principalmente pela cardiotocografia, que monitora a frequência cardíaca fetal e as contrações uterinas, buscando padrões anormais como desacelerações tardias, variabilidade reduzida ou padrão saltatório. A identificação precoce do SFA é crucial. Medidas profiláticas incluem o uso racional de ocitocina e monitoramento contínuo. Uma vez diagnosticado, a conduta pode variar desde medidas de reanimação intrauterina (mudança de decúbito materno, oxigenoterapia, hidratação) até a interrupção imediata da gestação, geralmente por cesariana, dependendo da gravidade e da resposta às intervenções.
As principais causas incluem hipersistolia, taquissistolia ou hipertonia uterina, que reduzem o fluxo sanguíneo placentário, e hipotensão materna, que diminui a perfusão uteroplacentária, levando à asfixia fetal.
O diagnóstico é primariamente clínico e baseado na cardiotocografia, que avalia a frequência cardíaca fetal e a atividade uterina. Sinais como desacelerações tardias, variabilidade reduzida ou padrão saltatório são indicativos.
O padrão saltatório é caracterizado por uma variabilidade acentuada da frequência cardíaca fetal, com oscilações de amplitude >25 bpm. É um sinal de sofrimento fetal agudo e não é considerado um padrão tranquilizador.
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