UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2022
Sobre os riscos de asma fatal, assinale a alternativa correta.
Uso frequente/recente de corticoide sistêmico em asma → alto risco de exacerbação grave/fatal.
O uso frequente ou recente de corticoides sistêmicos para asma indica um controle inadequado da doença, sugerindo exacerbações graves prévias ou persistência de asma não controlada, o que é um fator de risco significativo para asma fatal. Pacientes que necessitam de corticoides sistêmicos repetidamente estão em maior risco.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que afeta milhões de pessoas globalmente. Embora a maioria dos pacientes possa ter a doença bem controlada, uma pequena parcela apresenta asma grave ou está em risco de exacerbações fatais. A identificação dos fatores de risco para asma fatal é crucial para a estratificação de risco e o manejo adequado, visando prevenir desfechos adversos. Entre os fatores de risco para asma fatal, destacam-se o histórico de asma quase fatal (com intubação ou internação em UTI), o uso frequente ou recente de corticoides sistêmicos (indicando asma mal controlada e exacerbações graves), o uso excessivo de beta-agonistas de curta ação (SABA), comorbidades psiquiátricas, baixa adesão ao tratamento e acesso limitado à saúde. A necessidade de corticoide oral é um marcador de gravidade. O manejo da asma com risco de fatalidade exige uma abordagem multidisciplinar, incluindo otimização da terapia de controle (corticoides inalatórios em doses elevadas, broncodilatadores de longa ação, biológicos), educação do paciente sobre o plano de ação para asma, identificação e manejo de gatilhos e comorbidades, e acompanhamento rigoroso para garantir a adesão e ajustar o tratamento conforme necessário.
Fatores de risco incluem histórico de asma quase fatal, internações ou visitas à emergência por asma, uso frequente de corticoides orais, uso excessivo de beta-agonistas de curta ação, comorbidades psiquiátricas e baixa adesão ao tratamento.
O uso frequente de corticoide sistêmico sugere que a asma não está bem controlada com a terapia inalatória regular, indicando exacerbações graves recorrentes e um maior risco de eventos fatais.
A educação do paciente sobre o reconhecimento precoce dos sinais de piora, o uso correto da medicação de resgate e de controle, e a adesão ao plano de ação para asma são cruciais para prevenir exacerbações graves e reduzir a mortalidade.
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