UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2023
O grau de prolapso é, frequentemente, avaliado usando-se o sistema Pelvic Organ Prolapse – Quantification (POP-Q), conforme recomendado pela International Continence Society. A avaliação do prolapso genital é feita a partir de um ponto anatômico fixo, a carúncula himenal (posição zero). A partir desse ponto, as posições são dadas em centímetros, com números negativos em locais acima do hímen e números positivos quando distais ao hímen. São avaliados 6 pontos dinâmicos: parede vaginal anterior (Aa/Ba) e posterior (Ap/Bp), cúpula ou colo uterino (C), fórnice posterior da vagina (D), hiato genital (HG), corpo perineal (CP) e comprimento vaginal total (CVT), sendo os três últimos pontos estáticos. Em relação ao prolapso genital, verificado durante a manobra de Valsalva, o prontuário de uma paciente descreve seu prolapso genital como procidência da parede vaginal anterior (cistocele) +1, procidência do útero que atinge o hímen e procidência da parede vaginal posterior (retocele) em -2. Segundo o POP-Q, é possível classificar essas procidências descritas, respectivamente, em
POP-Q: Estágio 0 = sem prolapso; Estágio 1 = ponto mais distal > -1 cm; Estágio 2 = ponto mais distal entre -1 cm e +1 cm; Estágio 3 = ponto mais distal > +1 cm mas < CVT-2 cm; Estágio 4 = eversão completa ou ponto > CVT-2 cm.
O sistema POP-Q utiliza pontos de referência fixos e variáveis para classificar o prolapso genital em estágios de 0 a 4. A carúncula himenal é o ponto zero. Valores negativos indicam prolapso acima do hímen, positivos indicam prolapso distal ao hímen. O estágio 2 é definido quando o ponto mais distal do prolapso está entre -1 cm e +1 cm do hímen.
O sistema Pelvic Organ Prolapse – Quantification (POP-Q) é a ferramenta padronizada internacionalmente para a avaliação e classificação do prolapso genital feminino. Desenvolvido pela International Continence Society, ele oferece uma descrição objetiva e reprodutível da extensão do prolapso, sendo fundamental para a comunicação clínica, pesquisa e planejamento terapêutico. A avaliação é realizada a partir de um ponto anatômico fixo, a carúncula himenal, que é designada como posição zero. As medidas são dadas em centímetros, com valores negativos indicando posições acima do hímen e valores positivos para posições distais ao hímen. São avaliados seis pontos dinâmicos (Aa, Ba, C, D, Ap, Bp) e três pontos estáticos (HG, CP, CVT), que juntos permitem a classificação em estágios de 0 a 4. A correta interpretação dos estágios do POP-Q é crucial. Estágio 0 significa ausência de prolapso. Estágio 1, o ponto mais distal do prolapso está a mais de 1 cm acima do hímen. Estágio 2, o ponto mais distal está entre 1 cm acima e 1 cm abaixo do hímen. Estágio 3, o ponto mais distal está a mais de 1 cm abaixo do hímen, mas não há eversão completa. Estágio 4, há eversão completa ou quase completa do órgão. Dominar essa classificação é essencial para residentes em ginecologia e uroginecologia.
O sistema POP-Q avalia seis pontos dinâmicos (Aa, Ba, C, D, Ap, Bp) e três pontos estáticos (Hiato Genital - HG, Corpo Perineal - CP, Comprimento Vaginal Total - CVT), todos referenciados à carúncula himenal (ponto zero).
O estágio 0 é sem prolapso; estágio 1, o ponto mais distal está > -1 cm do hímen; estágio 2, o ponto mais distal está entre -1 cm e +1 cm do hímen; estágio 3, o ponto mais distal está > +1 cm, mas < CVT-2 cm; e estágio 4, eversão completa ou ponto > CVT-2 cm.
A classificação POP-Q padroniza a avaliação do prolapso genital, permitindo uma comunicação precisa entre profissionais, monitoramento da progressão da doença e avaliação da eficácia do tratamento, sendo fundamental para pesquisa e prática clínica.
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