PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2026
Recentemente, casos de personalidades públicas como o apresentador Fausto Silva ("Faustão") geraram grande repercussão em torno da suposta "furada de fila" em transplantes no Brasil. Isso trouxe novamente ao debate como se organiza o acesso a órgãos e tecidos no Sistema Nacional de Transplantes (SNT). De acordo com a legislação brasileira e as diretrizes do Ministério da Saúde, qual das alternativas descreve CORRETAMENTE o funcionamento da fila de transplantes no país?
Fila de transplantes Brasil → SNT coordenação nacional = Gravidade, compatibilidade, tempo de espera.
No Brasil, a fila de transplantes é única e coordenada nacionalmente pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), com distribuição operacionalizada em nível estadual ou regional, seguindo rigorosos critérios de gravidade clínica, compatibilidade imunológica e tempo de espera.
O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) no Brasil é um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo, garantindo acesso equitativo a órgãos e tecidos. A organização da fila de transplantes é um tema de grande relevância e frequentemente mal compreendido, especialmente após casos de repercussão midiática. É fundamental que profissionais de saúde e a população em geral compreendam que a lista de espera é única e nacional, sob a gestão do SNT. A alocação de órgãos segue critérios rigorosos e transparentes, definidos por legislação e diretrizes do Ministério da Saúde. Os principais fatores considerados são a gravidade do estado de saúde do receptor, a compatibilidade imunológica e de tamanho entre doador e receptor, e o tempo de espera na lista. Esses critérios visam maximizar as chances de sucesso do transplante e garantir a justiça na distribuição de um recurso tão escasso e vital. A compreensão desses princípios é essencial para desmistificar informações incorretas e fortalecer a confiança no sistema.
A fila é única, coordenada nacionalmente pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), com operacionalização em nível estadual ou regional.
Os critérios incluem gravidade clínica do paciente, compatibilidade imunológica entre doador e receptor, e o tempo de espera na lista.
Não, a legislação brasileira e as diretrizes do Ministério da Saúde estabelecem critérios objetivos e transparentes, não permitindo flexibilização por status social ou capacidade de pagamento.
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