SINAN: O Sistema Essencial de Notificação no SUS

Fundação Universidade Federal do Tocantins - Campus Palmas — Prova 2019

Enunciado

Enquanto observa-se o declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias, crescem as mortes por causas externas e pelas doenças crônico- degenerativas, ou doenças crônicas não transmissíveis - DCNT (doenças cardiovasculares, neoplasias, doenças respiratórias crônicas, diabetes, doenças musculoesqueléticas, entre outras). O Brasil tem organizado inquéritos de fatores de risco e protetores de doenças crônicas não transmissíveis, destacando-se o Inquérito Nacional de Fatores de Risco para Doenças Crônicas e Violências, e o sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). Consolidar o sistema de vigilância de doenças não transmissíveis e agravos em todas as esferas do Sistema Único de Saúde (SUS) é de grande relevância nacional. Para tanto, foi desenvolvido um instrumento de suporte na vigilância dos agravos transmissíveis e alguns não transmissíveis, na década de 1990, com o objetivo de padronizar a coleta e o processamento de dados sobre agravos de notificação obrigatória no território nacional, fornecer dados para a análise do perfil da morbidade e contribuir para a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal. Estamos nos referindo ao:

Alternativas

  1. A) SISVAN (Sistema de Vigilância de Agravos Nacional).
  2. B) SIMGRAVO (Serviço de Monitoramento de agravos).
  3. C) SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).
  4. D) SISNOTIN (Sistema de Notificação Nacional).
  5. E) SIVIGS (Serviço de Vigliância em saúde).

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