Grupo OPTY - Rede de Oftalmologia — Prova 2025
O sistema Breast Imaging Reporting and Data System (BI-RADS) é uma ferramenta amplamente utilizada na avaliação de imagens mamárias, permitindo a categorização de achados e a padronização da comunicação entre os profissionais de saúde. De acordo com o BI-RADS 3, é CORRETO afirmar:
Lesão BI-RADS 3 → Provavelmente benigna, risco de malignidade < 2%, requer acompanhamento semestral por 2 anos.
A categoria BI-RADS 3 indica uma lesão provavelmente benigna, com um risco de malignidade muito baixo (geralmente < 2%). A conduta padrão é o acompanhamento radiológico em curto prazo (geralmente a cada 6 meses por 2 anos) para confirmar a estabilidade da lesão, evitando biópsias desnecessárias.
O sistema BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System) é uma ferramenta padronizada desenvolvida pelo American College of Radiology (ACR) para classificar achados em exames de imagem da mama, como mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Ele visa uniformizar a terminologia, reduzir a variabilidade na interpretação e guiar a conduta clínica, facilitando a comunicação entre os profissionais de saúde. A categoria BI-RADS 3 é atribuída a achados que são provavelmente benignos, mas que não podem ser definitivamente classificados como benignos (BI-RADS 2) sem um acompanhamento adicional. O risco de malignidade associado a esta categoria é baixo, geralmente entre 0% e 2%. Exemplos incluem nódulos ovais, circunscritos, não calcificados, ou assimetrias focais que não são claramente benignas. A conduta recomendada para lesões BI-RADS 3 é o acompanhamento radiológico em curto prazo, tipicamente a cada 6 meses por 2 anos. Se a lesão permanecer estável durante esse período, ela pode ser reclassificada para BI-RADS 2 (benigna). Se houver qualquer alteração, uma biópsia pode ser indicada para esclarecimento. Este protocolo visa evitar biópsias desnecessárias, ao mesmo tempo em que garante a detecção precoce de eventuais malignidades.
Uma lesão BI-RADS 3 é considerada "provavelmente benigna", o que significa que tem uma probabilidade muito baixa de ser maligna, geralmente inferior a 2%.
A conduta padrão é o acompanhamento radiológico em curto prazo, tipicamente com mamografia e/ou ultrassonografia a cada 6 meses, durante um período de 2 anos, para monitorar a estabilidade da lesão.
Uma biópsia é considerada se a lesão apresentar qualquer alteração de tamanho, forma ou características durante o período de acompanhamento, sugerindo uma possível malignidade.
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