HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2015
O principal sintoma relacionado à Doença do Refluxo Gastroesofágico é a pirose ou queimação retroesternal. O segundo sintoma MAIS prevalente é:
DRGE: Pirose é o principal sintoma, Regurgitação o segundo mais prevalente.
A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é caracterizada por sintomas e/ou lesões causadas pelo refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago. Embora a pirose (queimação retroesternal) seja o sintoma mais comum, a regurgitação é o segundo sintoma mais prevalente e frequentemente associado.
A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é uma condição comum que afeta milhões de pessoas globalmente, sendo uma das principais causas de consultas gastroenterológicas. Ela ocorre quando o conteúdo gástrico reflui para o esôfago, causando sintomas incômodos e, em alguns casos, lesões na mucosa esofágica. A compreensão de seus sintomas é crucial para o diagnóstico e manejo adequados. O sintoma cardinal da DRGE é a pirose, uma sensação de queimação retroesternal que pode irradiar para o pescoço. No entanto, a regurgitação, definida como o retorno do conteúdo gástrico ou esofágico para a boca ou faringe sem esforço, é o segundo sintoma mais prevalente e frequentemente coexiste com a pirose. Outros sintomas como disfagia, odinofagia, tosse crônica e disfonia podem estar presentes, mas são menos comuns ou indicam complicações. Para residentes, é fundamental reconhecer a pirose e a regurgitação como os pilares do diagnóstico clínico da DRGE. O tratamento inicial geralmente envolve mudanças no estilo de vida e inibidores da bomba de prótons (IBP). A falha no reconhecimento da regurgitação como um sintoma chave pode levar a um subdiagnóstico ou tratamento incompleto, impactando a qualidade de vida do paciente e o prognóstico a longo prazo.
Os sintomas esofágicos típicos da DRGE são a pirose, caracterizada por uma sensação de queimação retroesternal que ascende do estômago ao pescoço, e a regurgitação, que é o retorno do conteúdo gástrico ou esofágico à faringe ou boca, sem náuseas ou esforço abdominal.
Além dos sintomas típicos, a DRGE pode apresentar manifestações atípicas ou extraesofágicas, como tosse crônica, rouquidão (disfonia), dor torácica não cardíaca, asma de difícil controle, erosão dentária e sensação de globus faríngeo (bola na garganta).
O diagnóstico da DRGE é frequentemente clínico, baseado na presença de sintomas típicos. Em casos de sintomas persistentes, atípicos ou sinais de alarme (disfagia, odinofagia, perda de peso, anemia), exames como endoscopia digestiva alta, pHmetria esofágica de 24 horas e manometria esofágica podem ser indicados para confirmar o diagnóstico e avaliar complicações.
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