Santa Casa de Limeira (SP) — Prova 2017
Em relação à interação medicamentosa, dizemos que ocorre sinergismo quando duas drogas
Sinergismo = duas drogas juntas → efeito terapêutico > soma dos efeitos individuais.
Sinergismo em farmacologia ocorre quando a combinação de duas drogas resulta em um efeito terapêutico maior do que a soma dos efeitos de cada droga administrada isoladamente, otimizando o combate à doença.
As interações medicamentosas são fenômenos importantes na farmacologia e na prática clínica, podendo alterar a eficácia e a segurança dos tratamentos. O sinergismo é um tipo de interação farmacodinâmica onde a administração conjunta de duas drogas resulta em um efeito terapêutico que é maior do que a soma dos efeitos que cada droga produziria se administrada isoladamente. Isso significa que a combinação é mais potente no combate à doença. O sinergismo pode ocorrer por diversos mecanismos, como a atuação em diferentes alvos da mesma via metabólica ou patogênica, ou a potencialização mútua dos efeitos. É distinto do efeito aditivo, onde o efeito combinado é simplesmente a soma dos efeitos individuais, e do antagonismo, onde uma droga diminui o efeito da outra. A compreensão do sinergismo é crucial para otimizar regimes terapêuticos, permitindo o uso de doses menores de cada fármaco e, potencialmente, reduzindo efeitos adversos. Na prática clínica, o sinergismo é frequentemente explorado no tratamento de infecções (ex: antibióticos combinados), câncer (quimioterapia combinada) e hipertensão (anti-hipertensivos de diferentes classes). No entanto, é fundamental que os profissionais de saúde estejam cientes das interações medicamentosas para evitar reações adversas e garantir a segurança do paciente, monitorando cuidadosamente os efeitos e ajustando as doses conforme necessário.
Sinergismo medicamentoso é um tipo de interação farmacológica onde a combinação de duas drogas produz um efeito total maior do que a soma dos efeitos de cada droga administrada separadamente.
No sinergismo, o efeito combinado é maior que a soma dos efeitos individuais. No efeito aditivo, o efeito combinado é igual à soma dos efeitos individuais.
Um exemplo comum é a combinação de sulfametoxazol e trimetoprim (cotrimoxazol), que agem em diferentes etapas da via do folato bacteriano, resultando em um efeito bactericida sinérgico.
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