Síndrome de Turner: Diagnóstico e Manifestações Clínicas

Santa Casa de Belo Horizonte (MG) — Prova 2025

Enunciado

As alterações anatômicas congênitas no sistema reprodutor feminino podem ser de origem genética, parada no desenvolvimento, exposição anormal a hormônios ou agressões ambientais. Entender a complexa embriologia normal auxilia muito no diagnóstico as possíveis associações com alterações genitourinárias e ao planejamento terapêutico. Sobre estas patologias, é CORRETO afirmar:

Alternativas

  1. A) Nas anomalias Millerianas uterinas, a maioria das pacientes oligossintomáticas são férteis e quando engravidam não apresentam aumento da incidência de abortos ou partos prematuros.
  2. B) A síndrome de Turner é um exemplo clássico de disgenesia gonadal, com 45 X, podendo apresentar seus estigmas clássicos somente na adolescência, quando a baixa estatura e a genitália pré puberal e amenorréia são destacadas.
  3. C) O pseudo-hermafroditismo feminino é definido para as crianças com cromossomos típicos masculinos e aparência de genitália externa ambígua, com ausência de útero e ovários.
  4. D) Na sindrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser, a vagina caracteristicamente é curta, o útero ausente ou em alguns casos, rudimentar e a gônada presente é masculina que deve ser extraída na adolescência. 

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