Síndrome Torácica Aguda em Anemia Falciforme: Manejo

SES-PB - Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba — Prova 2023

Enunciado

Um escolar de 11 anos, com diagnóstico de anemia falciforme, em uso de ácido fólico e hidroxiureia, foi trazido ao serviço de pediatria com febre de 37,8 °C, tosse e desconforto respiratório há 6 dias. Também refere dor em membros inferiores. A mãe relata episódios prévios de febre e cansaço nos quais houve necessidade de transfusão de sangue. Ao exame, apresenta-se pálido +2/+4, ictérico em escleróticas e com turgor da pele diminuído. No aparelho respiratório, há expansibilidade torácica diminuída, ausência de tiragem subcostal e murmúrio vesicular rude em ambos os hemitórax. Exames laboratoriais: hemácias 3,2 x 10^6/mm³; hemoglobina 8,2 g/dL; hematócrito 26%; VCM 81 fL; HCM 26 pg; CHCM 31,5%; hematoscopia com policromasia e drepanócitos; PCR 48 mg/dL; SatO2 95%. Radiografia de tórax: seios costofrênicos livres, infiltrado intersticial bilateral, sem consolidações. Diante do quadro, qual a hipótese diagnóstica e a conduta MAIS ADEQUADA?

Alternativas

  1. A) Síndrome torácica aguda, internamento, oxigênio, antibioticoterapia, tratamento da crise dolorosa associada e transfusão.
  2. B) Pneumonia adquirida na comunidade, tratamento com amoxicilina com clavulanato e avaliar necessidade transfusional.
  3. C) Pneumonia por germe atípico, tratamento com macrolídeos, hidratação, suporte para tratamento de dor.
  4. D) Pneumonia viral, oferecer suporte de oxigênio, transfusional, hidratação, tratamento da crise dolorosa associada.
  5. E) Síndrome torácica aguda, internamento, oxigênio, hidratação, antibioticoterapia, porém sem necessidade transfusional.

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