PMSO - Prefeitura Municipal de Sorocaba (SP) — Prova 2017
A importância epidemiológica da rubéola é evidenciada pela síndrome da rubéola congênita, que acomete o feto ou recém-nascido de mães infectadas durante a gravidez. Com base nessa informação, assinale a opção CORRETA.
Brasil = livre de rubéola e SRC endêmica desde 2015, graças à vacinação em massa.
A eliminação da rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita no Brasil é um marco importante da saúde pública, resultado de campanhas de vacinação bem-sucedidas. A vigilância epidemiológica continua essencial para manter esse status e evitar a reintrodução do vírus.
A rubéola é uma doença viral aguda, geralmente benigna em crianças e adultos, mas de grande importância epidemiológica devido ao seu potencial teratogênico quando adquirida durante a gestação, resultando na Síndrome da Rubéola Congênita (SRC). A SRC pode causar uma série de malformações graves no feto, incluindo defeitos cardíacos, oculares e auditivos, além de retardo do desenvolvimento. A gravidade e a frequência das malformações são maiores quanto mais precoce a infecção na gestação. A eliminação da rubéola e da SRC no Brasil representa um dos maiores sucessos da saúde pública do país. Graças a extensas campanhas de vacinação com a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), o Brasil obteve a certificação de eliminação da transmissão endêmica da rubéola e da SRC pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em 2015. Isso significa que não há mais circulação sustentada do vírus no território nacional, embora casos importados ainda possam ocorrer. A manutenção desse status de eliminação depende da vigilância epidemiológica contínua e de altas coberturas vacinais. A vacinação de rotina de crianças e mulheres em idade fértil é fundamental para proteger a população e evitar a reintrodução do vírus. O diagnóstico da SRC, embora raro, ainda requer atenção, e a notificação de casos suspeitos é obrigatória para monitorar a situação epidemiológica e garantir a saúde materno-infantil.
Não, o Brasil foi declarado livre da transmissão endêmica da rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em 2015, devido às altas coberturas vacinais.
A vacinação é crucial para prevenir a rubéola, especialmente em mulheres em idade fértil, e consequentemente evitar a Síndrome da Rubéola Congênita, que pode causar graves malformações fetais.
A SRC pode causar surdez, catarata, glaucoma, cardiopatias congênitas (persistência do canal arterial, estenose da artéria pulmonar), microcefalia, retardo do desenvolvimento e diabetes mellitus.
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