HMDI - Hospital e Maternidade Dona Iris (GO) — Prova 2020
A característica que NÃO faz parte da Síndrome do 1º neurônio motor é
Síndrome do 1º neurônio motor = espasticidade, hiperreflexia, Babinski positivo. Hipotonia é do 2º neurônio motor.
A síndrome do primeiro neurônio motor (lesão do neurônio motor superior) é caracterizada por paralisia espástica, hiperreflexia, clônus e sinal de Babinski positivo. A hipotonia é uma característica da síndrome do segundo neurônio motor (lesão do neurônio motor inferior).
A diferenciação entre as síndromes do primeiro e do segundo neurônio motor é um pilar fundamental na semiologia neurológica e na prática clínica. O primeiro neurônio motor (neurônio motor superior) origina-se no córtex cerebral e desce pela medula espinhal, controlando os neurônios motores inferiores. Lesões nesse trato resultam em um conjunto específico de sinais. A síndrome do primeiro neurônio motor é caracterizada por paralisia espástica (aumento do tônus muscular dependente da velocidade), hiperreflexia dos reflexos tendinosos profundos, presença de clônus e o sinal de Babinski positivo. A fraqueza muscular está presente, mas a atrofia é mínima ou tardia. Em contraste, a síndrome do segundo neurônio motor (lesão do neurônio motor inferior) envolve os neurônios que se originam na medula espinhal e inervam diretamente os músculos. Suas características incluem paralisia flácida (hipotonia), hiporreflexia ou arreflexia, atrofia muscular e fasciculações. Compreender essas diferenças é crucial para localizar a lesão no sistema nervoso e estabelecer um diagnóstico neurológico preciso.
Os principais sinais incluem paralisia espástica, hiperreflexia dos reflexos tendinosos profundos, clônus, sinal de Babinski positivo e fraqueza muscular.
A síndrome do primeiro neurônio motor cursa com espasticidade, hiperreflexia e Babinski positivo, enquanto a do segundo neurônio motor apresenta hipotonia/flacidez, hiporreflexia/arreflexia, atrofia e fasciculações.
O sinal de Babinski é a dorsiflexão do hálux com abdução dos outros dedos ao estimular a planta do pé. É um sinal patológico em adultos, indicando lesão do trato corticoespinhal (primeiro neurônio motor).
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