Síndrome Neuroléptica Maligna: Diagnóstico e Conduta Médica

UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Mulher, 55 anos, em tratamento para transtorno bipolar do humor, com uso de ácido valproico 1.000 mg/dia. Recebe prescrição de carbonato de lítio 600 mg/dia (o último nível sérico = 0,7 mEq/L) e haloperidol 20 mg/dia há dois meses para tratamento de um episódio maníaco que não respondeu ao ácido valproico. Evolui com febre de 39°C e desorientação. Exame clínico: rigidez muscular e FC = 120 bpm. Infecção é descartada. A hipótese diagnóstica mais provável e a conduta melhor indicada são:

Alternativas

  1. A) Distonia aguda – interrupção do uso antipsicótico e início de clonazepam e olanzapina.
  2. B) Intoxicação por lítio – interrupção do uso do estabilizador do humor e início de clonazepam e prometazina.
  3. C) Síndrome serotoninérgica – interrupção do uso do antipsicótico e início de hidratação oral e clonazepam.
  4. D) Síndrome neuroléptica maligna – interrupção do uso do antipsicótico e início de hidratação venosa, diazepam e dantrolene.

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