IDOR - Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino - Rede D'Or (RJ) — Prova 2025
A síndrome nefrótica é caracterizada por proteinúria maciça, hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia, ocorrendo pelo aumento da permeabilidade da membrana basal glomerular às proteínas plasmáticas. Sobre essa doença, podemos afirmar que:
Síndrome Nefrótica em crianças: Lesão Mínima (80%) → alta resposta à corticoterapia (95%).
A síndrome nefrótica em crianças é predominantemente causada pela doença de lesão mínima, que se destaca pela excelente resposta à corticoterapia. É crucial reconhecer essa etiologia e iniciar o tratamento adequado para evitar complicações e promover a remissão.
A síndrome nefrótica é uma condição renal caracterizada por proteinúria maciça, hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia, resultante do aumento da permeabilidade da membrana basal glomerular. É uma das glomerulopatias mais comuns na infância, sendo crucial para residentes e estudantes de medicina compreenderem sua etiologia e manejo. O reconhecimento precoce e o tratamento adequado são fundamentais para prevenir complicações e melhorar o prognóstico. Em crianças, a principal causa da síndrome nefrótica é a doença de lesão mínima, responsável por aproximadamente 80% dos casos. Essa condição é idiopática e caracterizada por alterações mínimas na biópsia renal à microscopia óptica. A fisiopatologia envolve uma disfunção dos podócitos, levando à perda da barreira de filtração glomerular. Os sinais clínicos incluem edema periorbital e em membros inferiores, que pode progredir para anasarca. O tratamento da síndrome nefrótica por lesão mínima é primariamente com corticoterapia, com prednisona sendo o medicamento de escolha. Cerca de 95% das crianças respondem bem a essa terapia, alcançando a remissão da proteinúria. É importante monitorar a resposta ao tratamento, gerenciar o edema e as dislipidemias, e estar atento a possíveis complicações como infecções e eventos tromboembólicos.
Os principais critérios são proteinúria maciça (>50 mg/kg/dia ou >3,5 g/dia/1,73m²), hipoalbuminemia (<2,5 g/dL), edema e hiperlipidemia.
A doença de lesão mínima é a causa mais comum de síndrome nefrótica em crianças (cerca de 80% dos casos) devido a uma disfunção imunológica que leva à alteração da permeabilidade glomerular, sem alterações visíveis à microscopia óptica.
O tratamento inicial é a corticoterapia com prednisona, geralmente em altas doses, com uma taxa de resposta muito elevada (cerca de 95% dos casos).
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