SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2025
Em relação à síndrome nefrótica é INCORRETO afirmar que:
Síndrome Nefrótica → Hipercoagulabilidade (perda ATIII), mas anticoagulação universal NÃO é indicada.
O estado de hipercoagulabilidade decorre da perda urinária de antitrombina III e aumento de fatores pró-coagulantes; a anticoagulação é reservada para casos de alto risco (ex: albumina < 2.0-2.5 g/dL).
A síndrome nefrótica é definida por proteinúria maciça (>3,5g/24h), hipoalbuminemia, edema e dislipidemia. A fisiopatologia da hipercoagulabilidade é complexa, envolvendo a perda de proteínas reguladoras do sistema de coagulação pelo glomérulo lesado. Embora o risco de TVP e TEP seja elevado, especialmente na nefropatia membranosa, o risco de sangramento iatrogênico impede a recomendação de anticoagulação universal. A hipertensão está presente em cerca de metade dos casos, variando conforme a lesão histológica subjacente.
Ocorre devido ao desequilíbrio entre fatores pró e anticoagulantes, com perda urinária de antitrombina III, proteína S e C, além de aumento da síntese hepática de fibrinogênio e ativação plaquetária.
Em adultos, a Glomeruloesclerose Segmentar e Focal (GESF) e a Nefropatia Membranosa são as principais causas primárias.
É considerada em pacientes com alto risco, como na Nefropatia Membranosa com albumina sérica muito baixa (< 2.0-2.5 g/dL), mas nunca de forma universal para todos os pacientes.
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