SES-MA - Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão — Prova 2021
A doença glomerular, principalmente a Glomeruloesclerose Segmentar e Focal (GESF), constitui uma das principais causas de doença renal crônica.Assinale a alternativa que apresenta a tríade que define a síndrome nefrótica:
Síndrome Nefrótica = Edema + Proteinúria (>50 mg/Kg/dia) + Hipoalbuminemia (<3,0 g/dL).
A síndrome nefrótica é definida pela tríade clássica de edema generalizado, proteinúria maciça (geralmente >3,5 g/24h em adultos ou >50 mg/Kg/dia em crianças) e hipoalbuminemia (<3,0 g/dL). A hiperlipidemia e a lipidúria são achados comuns, mas não fazem parte da definição estrita da tríade.
A síndrome nefrótica é uma condição clínica caracterizada por uma disfunção glomerular que resulta em perda maciça de proteínas na urina. É uma das principais causas de doença renal crônica e pode ser primária (idiopática, como a Glomeruloesclerose Segmentar e Focal - GESF) ou secundária a outras doenças (diabetes, lúpus, amiloidose). A tríade diagnóstica clássica da síndrome nefrótica inclui: 1) Edema generalizado, que ocorre devido à diminuição da pressão oncótica plasmática causada pela hipoalbuminemia; 2) Proteinúria maciça, definida como a excreção de proteínas na urina superior a 3,5 g/24h em adultos ou 50 mg/Kg/dia em crianças; e 3) Hipoalbuminemia, com níveis séricos de albumina geralmente abaixo de 3,0 g/dL. Outros achados comuns na síndrome nefrótica incluem hiperlipidemia (devido ao aumento da síntese hepática de lipoproteínas e diminuição do catabolismo) e lipidúria. As complicações podem ser graves, como trombose, infecções e insuficiência renal aguda ou crônica. O tratamento visa controlar a proteinúria, o edema e tratar a causa subjacente, quando identificada.
Os três critérios diagnósticos da síndrome nefrótica são: edema generalizado, proteinúria maciça (excreção urinária de proteínas >3,5 g/24h em adultos ou >50 mg/Kg/dia em crianças) e hipoalbuminemia (albumina sérica <3,0 g/dL).
A proteinúria maciça é o achado central da síndrome nefrótica, indicando uma disfunção grave da barreira de filtração glomerular. A perda excessiva de proteínas, especialmente albumina, leva à hipoalbuminemia e, consequentemente, ao edema.
A hipoalbuminemia reduz a pressão oncótica plasmática, diminuindo a capacidade do sangue de reter líquidos nos vasos. Isso faz com que o líquido se desloque para o espaço intersticial, resultando em edema generalizado, que é um dos sinais mais evidentes da síndrome nefrótica.
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