SMS Piracicaba - Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba (SP) — Prova 2019
São fatores de risco para a morte súbita do lactente, exceto:
Uso de chupeta ao dormir é fator PROTETOR contra SMSL, não de risco.
A Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL) é uma causa importante de mortalidade infantil. A utilização de chupeta ao dormir é, na verdade, um fator protetor, enquanto outros como prematuridade, tabagismo e dormir em superfícies macias são fatores de risco conhecidos.
A Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL) é definida como a morte inesperada e inexplicável de um bebê com menos de um ano de idade, que permanece inexplicada mesmo após uma investigação completa, incluindo autópsia, exame da cena da morte e revisão do histórico clínico. É uma das principais causas de mortalidade infantil pós-neonatal. A etiologia da SMSL é multifatorial, envolvendo uma interação complexa de fatores genéticos, ambientais e de desenvolvimento. Fatores de risco bem estabelecidos incluem a posição prona para dormir, dormir em superfícies macias, superaquecimento, exposição ao tabagismo (pré e pós-natal), compartilhamento de cama com adultos (co-leito), prematuridade e baixo peso ao nascer. A prevenção da SMSL é baseada na modificação desses fatores de risco. As recomendações incluem colocar o bebê para dormir de barriga para cima em um berço seguro, sem objetos soltos (cobertores, travesseiros, brinquedos), evitar o superaquecimento, não expor o bebê ao tabagismo e considerar o uso da chupeta. A educação dos pais e cuidadores sobre essas práticas seguras é crucial para reduzir a incidência da SMSL.
Os principais fatores de risco incluem dormir em posição prona, em superfícies macias, exposição ao tabagismo passivo, superaquecimento, prematuridade e baixo peso ao nascer.
Dormir de barriga para cima (posição supina) é a recomendação principal para reduzir o risco de SMSL, pois a posição prona está associada a um risco significativamente maior.
Sim, a Academia Americana de Pediatria recomenda o uso da chupeta na hora de dormir e nas sonecas, após o estabelecimento da amamentação, como um fator protetor contra a SMSL.
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