UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2015
Dentre as enteroparasitoses a seguir, o grupo que determina a síndrome de Löeffler é:
Síndrome de Löeffler = Ascaridíase + Estrongiloidíase + Ancilostomíase (fase pulmonar).
A Síndrome de Löeffler é uma pneumonite eosinofílica transitória causada pela migração pulmonar de larvas de certos parasitas intestinais, como Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis e ancilostomídeos. Os sintomas incluem tosse, dispneia e infiltrados pulmonares.
A Síndrome de Löeffler é uma condição clínica caracterizada por uma pneumonite eosinofílica transitória, resultante da passagem de larvas de helmintos intestinais pelos pulmões durante seu ciclo de vida. É de grande importância na prática médica, especialmente em regiões endêmicas para enteroparasitoses, e seu reconhecimento é crucial para o diagnóstico diferencial de doenças respiratórias. A fisiopatologia envolve uma reação inflamatória alérgica nos pulmões à presença das larvas. Os parasitas mais comumente associados são Ascaris lumbricoides (ascaridíase), Strongyloides stercoralis (estrongiloidíase) e os ancilostomídeos (Necator americanus e Ancylostoma duodenale). O diagnóstico é feito pela tríade de sintomas respiratórios (tosse, dispneia), eosinofilia periférica e infiltrados pulmonares migratórios e transitórios na radiografia de tórax. O tratamento é geralmente sintomático, pois a condição é autolimitada. No entanto, o tratamento antiparasitário específico para a infecção subjacente é fundamental para erradicar o parasita e prevenir futuras migrações larvárias. A educação sobre higiene e saneamento básico é essencial para a prevenção dessas parasitoses.
A Síndrome de Löeffler é classicamente associada à migração pulmonar de larvas de Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis e ancilostomídeos (Necator americanus e Ancylostoma duodenale).
Os sintomas incluem tosse seca, dispneia, sibilos, febre baixa e dor torácica, geralmente acompanhados de eosinofilia periférica e infiltrados pulmonares transitórios no raio-X.
O diagnóstico é clínico-radiológico, com histórico de exposição, sintomas respiratórios, eosinofilia e infiltrados pulmonares. A identificação do parasita nas fezes ou escarro pode confirmar a etiologia.
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