HPM - Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais — Prova 2015
Em relação à Síndrome do Ligamento Arqueado Medial é INCORRETO afirmar que:
Síndrome Ligamento Arqueado Medial = compressão extrínseca da artéria celíaca, dor epigástrica pós-prandial, sopro sistólico.
A Síndrome do Ligamento Arqueado Medial (SLA) é causada pela compressão extrínseca da artéria celíaca pelo ligamento arqueado mediano do diafragma. Os sintomas clássicos são dor epigástrica pós-prandial, perda de peso e sopro sistólico epigástrico. A alternativa C descreve sintomas de Síndrome de Dumping, que não está relacionada à SLA.
A Síndrome do Ligamento Arqueado Medial (SLA), também conhecida como Síndrome de Dunbar, é uma condição rara caracterizada pela compressão extrínseca da artéria celíaca pelo ligamento arqueado mediano do diafragma. Essa compressão pode levar a uma redução do fluxo sanguíneo para os órgãos supridos pela artéria celíaca, resultando em sintomas de isquemia mesentérica crônica. Os sintomas típicos da SLA incluem dor epigástrica pós-prandial (angina intestinal), que piora após as refeições devido ao aumento da demanda metabólica do intestino, e perda de peso. Um achado físico característico é a presença de um sopro sistólico no epigástrio, que pode se intensificar no final da expiração, quando a compressão do ligamento é mais acentuada. O diagnóstico é confirmado por exames de imagem como a angioTC e o eco-Doppler, que demonstram a estenose da artéria celíaca e a circulação colateral, como as arcadas pancreato-duodenais. A alternativa incorreta na questão descreve sintomas da Síndrome de Dumping, que é uma condição diferente, geralmente associada a cirurgias gástricas e caracterizada por sintomas gastrointestinais e vasomotores após a ingestão de alimentos ricos em carboidratos. O tratamento da SLA é cirúrgico, visando a liberação do ligamento arqueado mediano para descomprimir a artéria celíaca.
Os sintomas clássicos incluem dor epigástrica pós-prandial (angina intestinal), perda de peso e, em alguns casos, um sopro sistólico audível no epigástrio, que se intensifica na expiração.
O diagnóstico é auxiliado por exames de imagem como a angioTC e o eco-Doppler, que podem demonstrar a compressão extrínseca da artéria celíaca e a presença de fluxo turbulento.
A fisiopatologia envolve a compressão extrínseca da artéria celíaca pelo ligamento arqueado mediano do diafragma, levando à isquemia mesentérica crônica, especialmente após as refeições, quando há maior demanda sanguínea.
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