PMF - Prefeitura Municipal de Franca (SP) — Prova 2020
A síndrome de Leriche (oclusão aorto-ilíaca crônica) possui como sintomas característicos:
Síndrome de Leriche = Claudicação intermitente + Impotência sexual + Pulsos femorais ausentes (tríade clássica).
A Síndrome de Leriche é uma forma de doença arterial obstrutiva periférica que afeta a aorta distal e/ou as artérias ilíacas. A tríade clássica de sintomas inclui claudicação intermitente nas nádegas e coxas, impotência sexual masculina e ausência ou diminuição dos pulsos femorais.
A Síndrome de Leriche, também conhecida como oclusão aorto-ilíaca crônica, é uma manifestação grave da doença arterial obstrutiva periférica (DAOP). Caracteriza-se pela obstrução aterosclerótica da aorta distal, geralmente abaixo da origem das artérias renais, e/ou das artérias ilíacas. Essa condição é mais comum em homens fumantes e diabéticos, e sua prevalência aumenta com a idade. Os sintomas característicos formam uma tríade clássica: claudicação intermitente, que se manifesta como dor, cãibra ou fadiga nas nádegas, coxas e panturrilhas durante o exercício, aliviada pelo repouso; impotência sexual masculina, devido à isquemia das artérias pudendas internas; e ausência ou diminuição dos pulsos femorais, refletindo a obstrução proximal. Em casos avançados, podem surgir úlceras isquêmicas e gangrena nos membros inferiores. O diagnóstico é clínico, baseado na tríade de sintomas e no exame físico, que revela a ausência de pulsos femorais e, por vezes, sopros abdominais ou femorais. Exames complementares como o índice tornozelo-braquial (ITB), ultrassom Doppler, angiotomografia ou angiografia são essenciais para confirmar a extensão da doença e planejar o tratamento, que pode variar de mudanças no estilo de vida e medicamentos a intervenções endovasculares ou cirurgia de revascularização.
A tríade clássica da Síndrome de Leriche inclui claudicação intermitente (dor nas nádegas, coxas e panturrilhas ao caminhar), impotência sexual masculina e ausência ou diminuição dos pulsos femorais.
É causada pela aterosclerose que leva à oclusão crônica da aorta distal, geralmente abaixo da origem das artérias renais, e/ou das artérias ilíacas comuns e externas.
O diagnóstico é baseado na história clínica (sintomas), exame físico (ausência de pulsos femorais, sopros abdominais) e confirmado por exames de imagem como ultrassom Doppler, angiotomografia ou angiografia.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo