PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2022
Assinale o distúrbio neuropsiquiátrico caracterizado por hipersonolência, megafagia e alterações comportamentais: perda da inibição sexual, alucinações visuais e auditivas , ilusões que acomete principalmente adolescentes do sexo masculino.
S. Kleine-Levin: hipersonolência episódica + megafagia + hipersexualidade/alterações comportamentais.
A Síndrome de Kleine-Levin (SKL) é uma condição neurológica rara caracterizada por episódios recorrentes de hipersonolência excessiva, acompanhada de alterações cognitivas e comportamentais, como megafagia e desinibição. Afeta predominantemente adolescentes do sexo masculino.
A Síndrome de Kleine-Levin (SKL) é um distúrbio neurológico raro, classificado como uma hipersonia central periódica, que afeta predominantemente adolescentes do sexo masculino. Caracteriza-se por episódios recorrentes de hipersonolência severa, que podem durar dias ou semanas, intercalados com períodos de sono e comportamento normais. A SKL é de etiologia desconhecida, mas acredita-se que envolva disfunção hipotalâmica. Durante os episódios, os pacientes apresentam uma tríade clássica de sintomas: hipersonolência (dormem a maior parte do dia e da noite), megafagia (compulsão por comer grandes quantidades de alimentos) e alterações comportamentais, que podem incluir irritabilidade, despersonalização, desorientação, amnésia e, em alguns casos, hipersexualidade ou perda de inibição sexual. Alucinações visuais e auditivas também podem ocorrer. O diagnóstico é clínico, baseado na história de episódios recorrentes dos sintomas característicos, após exclusão de outras causas médicas ou psiquiátricas. O tratamento é principalmente de suporte, com o uso de estimulantes para reduzir a sonolência durante os episódios e, em alguns casos, medicamentos como lítio ou carbamazepina para tentar prevenir as recorrências. A síndrome geralmente se resolve espontaneamente na idade adulta.
Os sintomas cardinais incluem hipersonolência excessiva (dormir por dias ou semanas), megafagia (compulsão alimentar) e alterações comportamentais, como irritabilidade, desorientação e hipersexualidade.
O diagnóstico é clínico, baseado na presença de episódios recorrentes dos sintomas característicos, após exclusão de outras causas médicas ou psiquiátricas. Não há um marcador biológico específico.
O tratamento é sintomático e de suporte, visando reduzir a duração e frequência dos episódios. Estimulantes como metilfenidato ou modafinil podem ser usados durante os episódios de hipersonolência. Lítio ou carbamazepina podem ser considerados para profilaxia.
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