HFASP - Hospital de Força Aérea de São Paulo — Prova 2021
A Síndrome de Horner pode acontecer quando um tumor de pulmão pressiona e invade gânglios do Sistema Nervoso Autônomo (SNA) presentes na região torácica e é marcada pelos seguintes sintomas: falta de sudorese, queda da pálpebra, pupila pequena e fixa - tudo isso só de um lado da face do paciente, enquanto o outro lado permanece normal. Qual parte do SNA está prejudicado nesta situação?
Síndrome de Horner (miose, ptose, anidrose unilateral) = lesão da via simpática.
A Síndrome de Horner é causada por uma interrupção da via nervosa simpática que inerva o olho e a face. Os sintomas clássicos (miose, ptose e anidrose unilateral) são diretamente relacionados à perda da função simpática, que é responsável pela dilatação pupilar, elevação da pálpebra e sudorese.
A Síndrome de Horner é uma condição neurológica que resulta da interrupção da via nervosa simpática que inerva o olho e a face. Embora rara, é clinicamente importante por frequentemente indicar uma lesão subjacente grave, como tumores, especialmente os de pulmão (tumor de Pancoast), ou lesões cervicais e torácicas. Os sintomas clássicos da Síndrome de Horner são a tríade de miose (pupila contraída), ptose (queda da pálpebra superior) e anidrose (ausência de sudorese) na face ipsilateral à lesão. Esses sinais ocorrem devido à falha na inervação simpática, que normalmente causa dilatação pupilar, elevação da pálpebra e estimulação das glândulas sudoríparas. O diagnóstico da Síndrome de Horner é clínico, mas a identificação da causa subjacente exige investigação por imagem (ressonância magnética ou tomografia) para localizar a lesão na via simpática. O tratamento é direcionado à causa primária, e o prognóstico depende da natureza e extensão da lesão.
Os três sinais clássicos da Síndrome de Horner são miose (pupila contraída), ptose (queda da pálpebra superior) e anidrose (ausência de sudorese) na face ipsilateral à lesão.
Tumores de pulmão, especialmente os tumores de Pancoast localizados no ápice pulmonar, podem invadir ou comprimir a cadeia simpática cervical e torácica superior, interrompendo a via simpática e causando a síndrome.
A Síndrome de Horner é caracterizada pela miose que se acentua no escuro (devido à falha na dilatação simpática) e pela presença de ptose e anidrose. Testes farmacológicos com colírios específicos podem auxiliar na localização da lesão.
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