Síndrome de Hiperestimulação Ovariana: Diagnóstico e Manejo

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma mulher de 29 anos, em tratamento para infertilidade primária, foi submetida a um protocolo de indução da ovulação com gonadotrofinas para realização de inseminação intrauterina. Cinco dias após a administração de gonadotrofina coriônica humana (hCG) para o gatilho da ovulação, ela procura a emergência com queixas de distensão abdominal acentuada, náuseas e um ganho de peso súbito de 3,5 kg nos últimos quatro dias. Ao exame físico, encontra-se lúcida, orientada, com frequência cardíaca de 92 bpm e pressão arterial de 110x70 mmHg. O abdome está distendido, discretamente doloroso à palpação difusa, com sinal de macicez móvel presente. O ultrassom transvaginal demonstra ovários bilaterais aumentados, com cerca de 8,5 cm de diâmetro cada, contendo múltiplas formações císticas e presença de líquido livre em cavidade peritoneal. A hipótese diagnóstica mais provável é:

Alternativas

  1. A) Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO)
  2. B) Torção anexial bilateral
  3. C) Gestação ectópica rota
  4. D) Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

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