Síndrome HELLP: Diagnóstico e Manejo na Gestação

IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2019

Enunciado

Chega à maternidade uma paciente de 21 anos, no curso da 34ª semana de sua 1ª gestação às 3 horas da manhã. Durante a noite, foi acordada por dor de cabeça de forte intensidade, náusea e dor epigástrica leve, que vem aumentando de intensidade. No momento do atendimento, porta seu cartão de pré-natal e exames, que mostram gestação até o momento sem quaisquer sinais de problemas. Exame obstétrico evidencia batimentos cardiofetais presentes, fundo uterino de 31 cm e tônus uterino discretamente aumentado. Não há edema, e a pressão arterial verificada é de 124x78mmHg. Os primeiros exames laboratoriais mostram ausência de traços de proteínas na urina tipo 1, plaquetas = 97.000/mm3, LDH = 898U1/L, TGO = 121U1/1 e TGP = 130U1/L. Com relação ao caso, é correto afirmar que:

Alternativas

  1. A) a nuliparidade da paciente é fator protetor para pré-eclâmpsia 
  2. B) a síndrome HELLP é um diagnóstico altamente improvável, visto que normalmente não se desenvolve de maneira súbita em paciente sem histórico de elevação pressórica durante a gestação
  3. C) não há indicação de iniciar sulfato de magnésio, mesmo na suspeita de pré- eclâmpsia, já que não há hipertensão no momento e essa medicação frequentemente leva a intoxicação
  4. D) realizam-se estabilização da paciente, avaliação do bem-estar fetal e interrupção da gestação

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