Manejo da Síndrome HELLP e Hematoma Hepático Subcapsular

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Primigravida de 33 semanas de gestação é admitida na unidade de emergência obstétrica com queixa de dor intensa em hipocôndrio direito, náuseas e vômitos há 6 horas. Ao exame físico, apresenta-se empalidecida (2+/4+), com pressão arterial de 155/100 mmHg e dor importante à palpação profunda do quadrante superior direito do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. O batimento cardiofetal é de 144 bpm, rítmico, e a dinâmica uterina está ausente. Apresenta os seguintes exames laboratoriais: hemoglobina 8,2 g/dL, desidrogenase lática (DHL) 1.100 U/L, bilirrubina total 2,5 mg/dL com predomínio de indireta, aspartato aminotransferase (AST) 450 U/L e contagem de plaquetas 42.000/mm³. Uma ultrassonografia abdominal de urgência revela a presença de um hematoma subcapsular hepático de 6 cm de diâmetro, sem sinais de ruptura ou líquido livre na cavidade abdominal. Com base no quadro clínico, a conduta imediata mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Estabilização materna com hemoderivados se necessário, início de sulfato de magnésio e realização de parto cesáreo.
  2. B) Conduta expectante por 48 horas sob vigilância intensiva para administração de corticoterapia antenatal.
  3. C) Laparotomia imediata para drenagem do hematoma, rafia hepática e posterior indução do parto.
  4. D) Indução do trabalho de parto com ocitocina após transfusão de plaquetas para atingir 50.000/mm³.

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